Para Gika Bacci, Música é uma grande Viagem no Autoconhecimento

Gika Bacci – Foto Rafael Cautella

Artista ribeirão-pretana teve projeção nacional após participar do The Voice Brasil

Giovanna Bacci Brigato, 29 anos, nasceu em Ribeirão Preto (SP), cidade onde vive até hoje. A paixão pela música começou na infância e há um bom tempo já virou profissão. “Canto desde muito pequena, mas foi em 2007 que comecei com bandas, e há 10 anos canto profissionalmente”, afirma.

Nesse meio tempo, ela se formou em Publicidade e Propaganda, mas explica que teve que fazer uma escolha. “Trabalhei como mídia social e diretora de arte, mas, pela dificuldade de conciliar as duas carreiras, escolhi a música. A dedicação dividida não presta”, diz.

O seu primeiro contato com a música foi ouvindo um CD da trilha sonora de Labirinto, do David Bowie, que era da mãe dela. “Foi amor à primeira vista”, conta. Os pais foram mesmo suas influências na música, cada um com seu estilo. “Rock and roll sempre foi com a minha mãe, já as ‘bagaceiras’ eram com meu pai, o ‘modão brabo’”, brinca. Gika Bacci, como é conhecida no meio artístico, conta que descobriu que tinha jeito para a coisa nos palcos.

“Sempre tive essa pegada para palco. Na escola, fiz teatro, cantava nos saraus, mas a ficha finalmente caiu para mim e para minha família quando eu abri o Sesc Blues em Ribeirão Preto, em 2009”, lembra. Artista completa, além de cantar, ela toca guitarra e violão e ainda arrisca no baixo e na bateria. Com esse conhecimento todo, Gika hoje vive da música. “Graças a Deus, cada vez mais as coisas estão melhorando. Depois do The Voice, tive uma projeção muito grande”, afirma.

Falando no The Voice Brasil, reality show musical trans-mitido pela Rede Globo, a ribeirão-pretana conta como foi a experiência de participar do programa. “Foi incrível ver os bastidores, as pessoas, conhecer os artistas, e o melhor, conhecer a mim mesma. Foi um divisor de águas na minha carreira, com certeza. E, dessa vez, eu consegui, porque já tinha tentado nos anos de 2013 e 2014”, diz.

Depois que apareceu no programa, ela conta que muita coisa mudou e resume a experiência. “Além de dar visibilidade nacional, agrega no currículo. Uma passagem pelo The Voice tem muito peso”, completa.

Como todo artista tem suas inspirações musicais, as de Gika atualmente são a banda brasileira Far From Alaska e a cantora britânica Jade Bird, mas ela destaca que sempre se inspirou no “jeito simples de cantar e compor da Alanis Morissette e do Cramberries”. E acrescentou: “Nirvana também, sempre”.

Essa jovem que já tem tanta história para contar e cantar quer voar longe. “Meu sonho é conseguir viajar com a minha música pelo mundo, e espero que no futuro consiga fazer isso. Estou batalhando para que seja assim. Musicalmente, tenho muito ainda para aprender, mas tento ser o mais profissional possível, tanto nas apresentações, como na postura, na linguagem e nos cuidados com a voz”, ressalta.


Enquanto Gika não viaja o mundo, a internet faz isso por ela. Para alcançar seguidores, ela usa todas as mídias sociais possíveis. “Até o finado Orkut”, garante a cantora. Se pudesse ter um propósito de vida baseado em algum artista, ela brinca que queria ser igual à Adele. “Quem me dera! Mas quero ter uma projeção legal, ganhar um dinheirinho, só para ter o suficiente para pagar os boletos, comprar blusinhas e conseguir ter qualidade de vida. Eu sou uma pessoa simples, então acaba sendo um propósito simples”, conclui.

Por Redação

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