Esqueça os Bancos e Invista em uma Corretora de Valores

imagem arquivo Pixabay

Especialista explica as vantagens de abandonar o método convencional no Brasil para ganhar mais.

SÃO PAULO, maio de 2019 – No Brasil, ver alguém recomendando as pessoas a tirar o dinheiro do banco e investir em uma corretora de valores pode parecer estranho. No entanto, você sabe qual a diferença entre as duas formas de lidar com seus bens financeiros?

Vários pontos precisam ser levados em consideração na hora de optar por um caminho. O primeiro deles é a distribuição e variedade de investimentos disponibilizados por um e pelo outro. Enquanto os bancos comuns possuem uma linha de produtos limitada, as corretoras independentes vão além, possibilitando que os clientes invistam também em instituições financeiras e gestoras de investimentos.

Outro fator bastante decisivo nesta comparação é o atendimento. E quem alerta para a diferença é o empresário e assessor financeiro Antonio Leuzzi, sócio da SVN Investimentos em São Paulo credenciado à XP Investimentos.

“O trabalho do gerente de um banco e de um assessor de investimentos é distinta. Ambos estão aptos a sugerir produtos, mas o gerente costuma ser um pouco mais restrito, uma vez que sua linha de produtos é limitada. Por outro lado, o assessor, que passou por uma rigorosa certificação para exercer sua função, busca oportunidades diariamente que se adaptam melhor ao perfil do cliente”, explica Leuzzi.

Ainda segundo o especialista, os bancos cobram um spread altíssimo – diferença entre o que o banco paga ao aplicador e quanto cobra para emprestar o mesmo dinheiro – resultando em uma remuneração baixa e injusta ao investidor. Já em corretoras, o cenário é outro. Para efeito de comparação, enquanto um banco remunera 87% do CDI, a XP Investimentos consegue taxas de até 115% para o mesmo CDB.

Mais do que trazer lucratividade para os investidores, uma assessoria deve orientar e aconselhar seus clientes oferecendo produtos personalizados a fim de proporcionar os melhores resultados. Leuzzi, por exemplo, faz questão de deixar claro ao cliente tudo que ele precisa saber, desde onde estão investindo seu dinheiro e qual a rentabilidade esperada.

“Os brasileiros precisam aprender a fazer o dinheiro trabalhar para eles. 40% da população norte-americana, por exemplo, investe na bolsa. No nosso país, temos menos de 2% dos investidores fazendo o mesmo. Isso precisa mudar”, finaliza o empresário.

FONTE Antonio Leuzzi

Este conteúdo de divulgação comercial é fornecido
Por PR Newswire
e não é de responsabilidade de revistaempreende.com.br

Anúncios