Impactos na Segurança Internacional e a Reformulação da Ordem Global é tema da XVI Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana

NOME DA FOTO?
arquivo Pexels

EVENTO DEBATE AINDA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E PARTICIPAÇÃO FEMININA EM CARGOS ESTRATÉGICOS

RIO DE JANEIRO, setembro de 2019 – Principal fórum sobre segurança internacional da América Latina, a XVI Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana anuncia mais uma edição, reunindo especialistas no assunto de diversos países do mundo. Com o tema “A Quarta Revolução Industrial: Impactos na Segurança Internacional e a Reformulação da Ordem Global”, o evento ocorre no dia 20 de setembro na Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro. A organização da Conferência é da Fundação Konrad Adenauer (KAS) em parceria com o Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), e com apoio da Delegação da União Europeia no Brasil.

A conferência será aberta pelos discursos de boas-vindas de Anja Czymmeck, diretora da Fundação Konrad Adenauer no Brasil; André Clark, membro do conselho curador do CEBRI e CEO e presidente da Siemens Brasil, e Ignacio Ybáñez, embaixador da delegação da União Europeia no Brasil. Em seguida, Fernando Azevedo e Silva, Ministro da Defesa do Brasil, e Thomas Bareiß, membro do parlamento federal alemão (Bundestag) e secretário parlamentar do Ministério da Economia e Energia da Alemanha, introduzem o tema principal do evento: a quarta revolução industrial.

Discutida amplamente, a quarta revolução industrial já vem promovendo mudanças definitivas no mundo e uma corrida pela liderança tecnológica entre os países. O primeiro painel, portanto, trata dos impactos dessa nova era no âmbito da segurança internacional e de uma possível reformulação da ordem global. Henning Speck, assessor de política externa e segurança do Grupo Parlamentar CDU/CSU da Alemanha, inicia o debate que contará com a presença de Antônio Sampaio, pesquisador associado ao Instituto Internacional de Estudos Estratégicos do Reino Unido; Ronaldo Carmona, professor da Escola Superior de Guerra; e Sabrina Medeiros, professora da Escola de Guerra Naval. A moderação ficará por conta de Alfredo Valladão, professor da Escola de Assuntos Internacionais, Sciences Po, da França.

A reboque dessa mesa-redonda, outros temas se apresentam em um segundo painel como inteligência artificial, robótica, automação e a substituição de capital humano por máquinas nos fronts de batalha em caso de guerras. O general de divisão e comandante do Comando de Defesa Cibernética do Exército, Guido Amin Naves, faz o discurso introdutório para esse outro debate, agora entre Alcides Vaz, professor da Universidade de Brasília; Benjamin Fricke, conselheiro de política de segurança da Fundação Konrad Adenauer na Alemanha; e Luciana Marroni, contra-almirante e diretora de comunicações e tecnologia da informação da Marinha do Brasil. Carlo Masala, professor da Universidade Bundeswehr de Munique, será o moderador.

Alinhada a outro assunto altamente em voga pelo mundo inteiro, a XVI Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana também refletirá sobre a participação feminina em cargos de decisão, sobretudo para a redução de conflitos e construção de paz. Questões como os impactos sofridos pelas mulheres diante da violência urbana, da insegurança e de situações de guerra serão abordadas. Esse painel – a ser aberto pela primeira mulher contra-almirante da Marinha do Brasil, Dalva Mendes – conta com as debatedoras: Márcia Andrade Braga, capitã-de-corveta e encarregada da Escola de Operações de Paz de Caráter Naval; Laura Albornoz Pollmann, senior fellow do Centro Latino-Americano Adrienne Arsht, Atlantic Council, do Chile; Joana Chagas, gerente de programas da ONU Mulheres. A embaixadora da Áustria no Brasil, Irene Giner-Reichl, será responsável pela moderação.

A 16ª edição da Conferência Internacional de Segurança do Forte de Copacabana tem por objetivo promover o diálogo entre América Latina e Europa na busca por soluções conjuntas de desafios globais, contribuindo com o fortalecimento da cooperação internacional sob novas perspectivas sobre temas de relevância internacional.

A PROGRAMAÇÃO
CONFERÊNCIA DE SEGURANÇA INTERNACIONAL DO FORTE DE COPACABANA
Escola de Guerra Naval (EGN) – 20 de setembro de 2019

8h – Credenciamento

9h30m- Abertura
Anja Czymmeck
, Diretora da Fundação Konrad Adenauer no Brasil
André Clark, Membro do Conselho Curador do CEBRI e CEO e Presidente da Siemens Brasil
Ignacio Ybáñez
, Embaixador da Delegação da União Europeia no Brasil

10h- Discursos Introdutórios: A Reformulação do Poder Global a partir da Perspectiva da Quarta Revolução Industrial

Fernando Azevedo e Silva, Ministro da Defesa do Brasil 
 As Forças Armadas e o Ministério da Defesa no cenário brasileiro atual

Thomas Bareiß, Membro do Parlamento Federal Alemão (Bundestag) e Secretário Parlamentar do Ministério da Economia e Energia da Alemanha

11h- Painel 1: A Quarta Revolução Industrial: Impactos na Segurança Internacional e a Reformulação da Ordem Global
Quais são os impactos da Quarta Revolução Industrial na Segurança e as estratégias nacionais adotadas pelo mundo para engajar-se nela?

Até que ponto a atual corrida pela liderança tecnológica global está reformulando o equilíbrio de poder e a ordem global?

Como a capacidade tecnológica e a cooperação internacional podem auxiliar no combate ao crime organizado transnacional, ao terrorismo e à violência urbana? 

Discurso Introdutório: Henning Speck, Assessor de Política Externa e Segurança do Grupo Parlamentar CDU/CSU da Alemanha
Antônio Sampaio, Pesquisador Associado ao Instituto Internacional de Estudos Estratégicos do Reino Unido
Ronaldo Carmona, Professor da Escola Superior de Guerra
Sabrina Medeiros, Professora da Escola de Guerra Naval
Moderador: Alfredo Valladão, Professor da Escola de Assuntos Internacionais, Sciences Po, França

14h30m – Painel 2: A Inteligência Artificial no Equilíbrio de Poder da Política Internacional
Quais são as atuais limitações do uso da inteligência artificial nas áreas de conflito internacionais?

Até que ponto o capital humano será gradualmente substituído por armas equipadas com inteligência artificial em zonas de guerra?

Quais são os riscos e oportunidades do uso de armas autônomas em conflitos?

Discurso Introdutório: Guido Amin Naves, General de Divisão e Comandante do Comando de Defesa Cibernética do Exército
Alcides Vaz, Professor da Universidade de Brasília
Benjamin Fricke, Conselheiro de Política de Segurança da Fundação Konrad Adenauer na Alemanha
Luciana Marroni, Contra-Almirante e Diretora de Comunicações e Tecnologia da Informação da Marinha do Brasil
Moderador: Carlo Masala Professor da Universidade Bundeswehr de Munique

16h15m- Painel 3: O Fator de Gênero na Segurança Internacional
Como ampliar a participação feminina nos níveis de tomada de decisão para resolução de conflitos internacionais?

Até que ponto as mulheres são afetadas de forma diferente nos conflitos internacionais, violência urbana e na sensação de insegurança?

Quais são os possíveis benefícios do fomento à participação feminina na resolução de conflitos e nos esforços para construção da paz?

Discurso Introdutório: Dalva Mendes, Contra-Almirante da Marinha do Brasil
Marcia Andrade Braga, Capitã-de-Corveta e Encarregada da Escola de Operações de Paz de Caráter Naval
Laura Albornoz Pollmann, Senior Fellow do Centro Latino-Americano Adrienne Arsht, Atlantic Council, Chile
Joana Chagas, Gerente de Programas da ONU Mulheres
Moderadora: Irene Giner- Reichl, Embaixadora da Áustria no Brasil

17h45m- Encerramento
Anja Czymmeck
, Representante da Fundação Konrad Adenauer no Brasil
André Clark, Membro do Conselho Curador do CEBRI e CEO e Presidente da Siemens Brasil
Ignacio Ybáñez, Embaixador da Delegação da União Europeia no Brasil

Sobre a Fundação Konrad Adenauer

A Fundação Konrad Adenauer (KAS) é uma fundação política alemã, independente e sem fins lucrativos. Atuamos com base nos valores da União Democrata-Cristã (CDU), partido político alemão. Promovemos a Democracia, o Estado de Direito, os Direitos Humanos e a Educação Política, bem como a Economia Social de Mercado e o desenvolvimento descentralizado e sustentável. Presentes no Brasil desde 1969, reunimos lideranças atuais e futuras da política e da sociedade, bem como formadores de opinião no universo acadêmico. Trabalhamos sempre com parceiros locais e incentivamos o diálogo sobre os principais desafios do país.

Sobre o Centro Brasileiro de Relações Internacionais

O Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) é o think tank de referência em relações internacionais do Brasil: independente, apartidário e multidisciplinar, é pautado pela excelência, ética e transparência na formulação e disseminação de conteúdo de alta qualidade sobre o cenário internacional e o papel do Brasil. Conectado à agenda internacional, o CEBRI identifica e analisa as mais relevantes questões internacionais, promovendo o engajamento entre a produção de conhecimento e a ação política. Ao longo de dezoito anos de história, já realizou cerca de 500 eventos, produziu mais de 200 publicações e atua com uma rede internacional de mais de 100 entidades de alto nível em todos os continentes. A instituição se destaca por seu acervo intelectual, pela capacidade de congregar múltiplas visões de renomados especialistas e pela envergadura de seu Conselho Curador.

Sobre a União Europeia

O Brasil é um dos principais parceiros e interlocutores da União Europeia no mundo. A União Europeia e o Brasil estabeleceram relações diplomáticas em 1960 e tem desenvolvido, ao longo dos anos, laços estreitos de natureza histórica, cultural, econômica e política. As relações bilaterais continuaram a crescer e se ampliar, culminando com a Parceria Estratégica entre o Brasil e a União Europeia, em 2007. Desde então, o Brasil e a União Europeia têm realizado cúpulas regulares focalizando os principais desafios globais, assim como aprimorando nossas relações diretas. Os temas centrais da parceria incluem crescimento econômico, cooperação em questões essenciais de política externa e o enfrentamento conjunto de desafios globais em áreas como os direitos humanos e as mudanças climáticas, bem como a luta contra a pobreza. O Brasil e a União Europeia também são parceiros comerciais e os países da União Europeia respondem por mais de 20% das exportações brasileiras. Além disso, a União Europeia é o maior investidor estrangeiro no Brasil, sendo que cerca de 60% dos investimentos estrangeiros no País se originam na União Europeia.

FONTE XVI Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana

Este conteúdo de divulgação comercial é fornecido
Por PR Newswire
e não é de responsabilidade de revistaempreende.com.br