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PIX – Transações Financeiras em menos de 10 segundos

Serviço inovador possibilitará que o dinheiro vá de uma conta para outra em poucos segundos, 24 horas por dia, nos sete dias da semana, inclusive entre contas de diferentes instituições.

Pagamentos e transferências iniciados com um simples toque no celular, por exemplo, realizados de forma intuitiva, rápida e segura, a qualquer dia do ano, sem limite de horário, e com o dinheiro imediatamente disponível ao recebedor. Isso é o que o PIX, que teve sua marca lançada numa quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020, pelo Banco Central, em São Paulo, traz para toda a população brasileira.

Inserido na dimensão competitividade da Agenda BC#, o PIX, que estará disponível a partir de novembro, tornará mais fácil e rápida a realização de pagamentos e transferências entre pessoas, empresas e entes governamentais. Com a implantação do PIX, o País ganha mais uma alternativa para efetuar transações, além dos modelos tradicionais já existentes, como TED, DOC, boleto, cheque e cartões.

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“Para além da rapidez e praticidade dos pagamentos instantâneos, a sociedade poderá sentir os benefícios da maior competição no mercado de pagamentos de varejo, com redução de custos e melhoria na qualidade dos serviços. Além disso, essa iniciativa, em linha com a revolução tecnológica em curso, possibilita a inovação e o surgimento de novos modelos de negócio e promove a eletronização dos pagamentos, reduzindo o risco operacional e as dificuldades relacionadas ao uso do dinheiro em espécie” ressaltou João Manoel Pinho de Mello, diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução.

Para usar o PIX, será preciso que o pagador e o recebedor tenham conta em um banco, em uma instituição de pagamento ou em uma fintech – não necessariamente uma conta corrente, as transações também poderão ser feitas usando uma conta de pagamento ou poupança.

O dia e a hora da transação não importarão, nem se o solicitante e o recebedor da operação possuem relacionamento com o mesmo banco ou instituição. A liquidação será imediata, ou seja, o recebedor terá em poucos segundos os recursos disponíveis em sua conta.

Fonte: Banco Central


Rede de pet shops Petz pede registro para IPO

A Pet Center, dona da rede de produtos para animais de estimação Petz, protocolou no dia 19 de fevereiro o pedido de registro para oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

A operação, que envolve ofertas primária e secundária de ações, será coordenada por Itaú BBA, Bank of America Merrill Lynch, JPMorgan e BTG Pactual, segundo o prospecto preliminar da operação.

A gestora norte-americana de fundos de private equity Warburg Pincus, com 55% do negócio, e o fundador da Petz, Sergio Zimerman, com outros 45%, serão os vendedores na oferta secundária de ações da companhia.

A empresa afirmou que usará recursos da oferta primária – ações novas, cujos recursos vão para o caixa da companhia – para abertura de lojas e hospitais e tecnologia digital.

O grupo, fundado em 2002 e que se apresenta como a plataforma de soluções para animais de estimação mais abrangente do País, com 105 lojas em 12 Estados, teve receita líquida de 986 milhões de reais em 2019, um aumento de 28,4% sobre o ano anterior.

O Ebitda deu um salto de 130% no ano passado, para 191,1 milhões de reais, mas o lucro líquido caiu 24%, para 23,6 milhões de reais.

No documento, a empresa afirma que o Brasil é o quarto mercado do mundo de produtos para pets, movimentando cerca de 23,5 bilhões de reais por ano.

Fonte: Reuters, por Aluisio Alves.

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Destaques do Allianz Risk Barometer 2020

Pesquisa anual, sobre os principais riscos para empresas, aponta pela primeira vez os Incidentes Cibernéticos (39% das respostas) como o risco comercial mais preocupante, tendo Interrupção nos Negócios (BI) (37%) na segunda posição.

Mudanças de Legislação e Regulamentações (3º lugar com 27%) e Mudanças Climáticas (7ª posição – 17%) foram as ameaças que tiveram as maiores arrancadas, principalmente em decorrência da guerra fiscal entre China e EUA, Brexit e pela preocupação das empresas e nações também com o aquecimento global. A pesquisa anual que mapeia os riscos aos quais empresas do mundo todo estão sujeitas, é realizada pela Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) e mostra, este ano, a visão de um recorde de 2.718 especialistas, incluindo CEOs, gestores de risco, corretores e profissionais da área de seguros.

“O Allianz Risk Barometer 2020 destaca que riscos cibernéticos e as mudanças climáticas são dois desafios importantes para os quais as empresas precisam voltar sua atenção nesta nova década, ” afirma Joachim Müller, CEO AGCS. “Existem muitos outros riscos, porém se os executivos e gestores de risco não cuidarem especialmente de cyber e da questão climática, isso terá um impacto significativo na performance das companhias, nos resultados financeiros e na reputação da empresa. O planejamento frente a essas ameaças demonstra tanto uma vantagem competitiva quanto uma questão de resiliência em uma era de digitalização e aquecimento global”.

América do Sul: planejamento contra imprevistos

Ao passo em que, mundialmente, o principal perigo às empresas são os ataques cibernéticos, companhias sul-americanas estão mais preocupadas com a Interrupção nos Negócios. Primeiro colocado no ranking Brasil (33%) e Colômbia (35%), este é um risco que reflete a necessidade de as empresas pensarem em planos de prevenção e de contingência para os mais diversos incidentes. “BI pode muitas vezes ser somente a ponta do iceberg em termos de perdas para uma empresa. Um sinistro de Interrupção de Negócios pode desencadear diversos outros, levando uma companhia a perdas inimagináveis”, comenta Glaucia Smithson, CEO AGCS América do Sul.

Ameaças cibernéticas continuam a evoluir

Além de ser o risco número 1 no mundo, Incidentes Cibernéticos estão no top 3 de muitos dos países entrevistados: Áustria, Bélgica, França, Índia, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Reino Unido e Estados Unidos. As empresas enfrentam quebras de dados cada vez maiores e mais custosas, um aumento nos casos de ransomware e spoofing, além de multas e litígios decorrentes desses incidentes.

“Os incidentes estão se tornando cada vez mais prejudiciais, visando cada vez mais empresas grandes, com ataques sofisticados e demandas pesadas de extorsão. Cinco anos atrás, uma demanda típica de ransomware estaria na casa das dezenas de milhares de dólares. Agora eles podem estar na casa dos milhões, ” afirma Marek Stanislawski, Vice Diretor Global Cyber AGCS.

Fonte: Allianz Global Corporate & Specialty

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Robô Snake promete aumentar produtividade da indústria automotiva

Com movimentos flexíveis, semelhantes ao de uma cobra, a tecnologia do robô Snake promete revolucionar a indústria automotiva. Diferentemente de outros robôs que, atualmente, operam na linha de montagem, ele é capaz de alcançar locais de difícil acesso em espaços restritos para desempenhar diferentes funções como inspeção de soldas, aplicação de selantes, pinturas e outros tipos de análises de vídeo, por meio de uma câmera instalada em sua extremidade.

O projeto é uma iniciativa da multinacional General Motors, que buscou o modelo da EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) para viabilizar a ideia. Ele foi desenvolvido por pesquisadores da Unidade EMBRAPII ISI Laser, em Joinville, Santa Catarina. O resultado chamou a atenção da GM americana e já gera interesse de investidores brasileiros.

Segundo o gerente de inovação da GM América do Sul, Carlos Sakuramoto, nesta concepção, o robô é uma solução global inédita. “Existem robôs snake no mundo, mas as características que desenvolvemos neste projeto são únicas”, destaca. Segundo o executivo, o modelo, que tem a capacidade de ultrapassar obstáculos, poderá substituir até quatro robôs, dependendo da operação. Assim, ele representará economia no processo produtivo, com a redução de ciclos e de área de produção. A previsão é que até o meio do ano ele seja inserido para testes na linha de montagem.

Para o secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Paulo Alvim, o resultado de um projeto concreto que demonstra a integração entre institutos de pesquisas e empresas tem se mostrado positivo para o crescimento da industrial nacional. “A experiência deste projeto envolvendo Instituto Senai de Inovação (ISI), que é uma Unidade EMBRAPII, e a GM é uma ação significativa na área da indústria 4.0. Estamos caminhando para a inserção do setor produtivo em uma economia digital. Em paralelo, o processo garante geração de conhecimento, formação de recursos humanos, patentes, startups, ou seja, todo o conjunto que se espera desta interação em um ecossistema eficiente.”

Tecnologia Nacional

O robô foi idealizado com uma concepção de modularidade, podendo possuir mais ou menos eixos a depender da funcionalidade requerida. Ele se caracteriza pela agilidade e flexibilidade nas suas operações e sua versatilidade garante que ele possa atuar, além da indústria automotiva, na inspeção de máquinas e equipamentos da indústria aeronáutica, petróleo e gás.

De acordo com o diretor de planejamento e gestão da EMBRAPII, José Luis Gordon, não há nada igual no mundo com esta tecnologia de Ferramentaria 4.0 e, além dos avanços para a indústria, o incentivo à inovação, por meio deste projeto, possibilita benefícios para alunos de mestrado e doutorado que participam deste trabalho de desenvolvimento. “O projeto é uma demanda do setor produtivo, sendo realizado aqui no Brasil por uma empresa de grande porte, ou seja, o País está se tornando referência em tecnologias de Manufatura 4.0”, destaca. “Além disso, é interessante que pesquisadores, que são alunos em formação, muitos estão começando a abrir startups, ou seja, gera também uma oportunidade para novos negócios.”

Fonte: Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial

foto: Marcelo Kupicki

Oba Hortifruti inaugura a 1ª loja em Ribeirão Preto com conceito diferenciado Petrobras

A rede Oba Hortifruti comemorou, no dia 15 de fevereiro, a sua chegada em Ribeirão Preto, trazendo o conceito inédito do “Oba Farm”, que é inspirado em fazendas de todo o mundo. A loja recebeu os clientes com um delicioso café da manhã – como é habitual nos eventos de inauguração da marca, ofertas exclusivas e brindes para quem fizesse compras no dia.

Além disso, a ocasião contou com outra atração especial: o renomado chef Felipe Bronze esteve presente na loja, das 14h às 16h, e preparou receitas ao vivo com produtos Oba para a degustação do público.

“Essa inauguração é motivo de felicidade em dobro para nós. Além de ser a primeira abertura do Oba em 2020, é a nossa estreia em Ribeirão Preto, um dos polos comerciais mais importantes do interior. Estamos extremamente animados em poder levar mais saúde e frescor para a cidade, e oferecer uma opção de compra completa e que possui uma proposta nunca vista antes”, ressalta Janaína Borges, gerente de marketing do Oba Hortifruti.

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Proposta Inovadora

Pensada especialmente para proporcionar um ambiente divertido para as crianças, a ambientação da loja conta com personagens lúdicos interativos da marca, como o Galo Viajante – o anfitrião do projeto, a Banana Esportista, o Papagaio Contador de Histórias, o Tomate Bombadão, o Sapo Cantor, entre outros.

“Queremos que todo momento em família seja prazeroso, desde a escolha dos alimentos até a hora da refeição à mesa. Levar os filhos às compras não deve ser um contratempo, por isso, enxergamos no conceito do “Oba Farm” uma oportunidade de envolver as crianças em nosso universo e incentivá-las desde cedo a ter uma vida mais saudável e colorida. Promover o bem-estar de toda a família através da alimentação equilibrada é um dos nossos principais objetivos”, explica Janaína.

O Oba Hortifruti Farm de Ribeirão Preto está localizado na avenida Pres. Vargas, 2265 – Jd. Santa Ângela.

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Petrobras tem lucro recorde de R$ 40 bi

Em fevereiro de 2020, a Petrobras apresentou seus números do 4T19 e, apesar do maior lucro contábil da história da empresa no ano de 2019, boa parte da evolução nos números veio do reconhecimento da venda de ativos durante o ano. Nesse quarto trimestre, por exemplo, a receita líquida da companhia teve leve retração na comparação com o 4T18, principalmente pelo preço do petróleo no mercado internacional ainda abaixo do observado doze meses antes.

O câmbio ainda ajudou, como fica claro na evolução de 43% na receita com exportação de petróleo e derivados. Ainda assim, o Ebitda ajustado da Petro veio um pouco abaixo do esperado pelo mercado, considerando o consenso Bloomberg. Destaque positivo no 4T19 para a redução na alavancagem, em comparação com o trimestre imediatamente anterior.

Os números do trimestre ainda foram impactados por mais de R$ 9 bilhões de impairment, que é um ajuste que as empresas fazem quando o valor contábil de um ativo é maior que o seu valor recuperável, seja através de uma venda ou da geração de caixa futura desse ativo. No 4T19, houve a reavaliação para baixo, em mais de R$ 6,5 bilhões de campos de produção, pela redução na expectativa futura para o preço do petróleo (que reduz a expectativa de receita gerada por esses campos) e de mais de R$ 2 bi pelo atraso na entrega de uma expansão de uma refinaria

Fonte: Capital Research


Empresas de telecomunicações se juntam a Alphabet e Soft Bank em lobby para antenas na atmosfera

As tentativas da Alphabet e do SoftBank de lançar antenas celulares na atmosfera receberam apoio de empresas de telecomunicações globais, incentivando os esforços de lobby para obter aprovação regulatória para a tecnologia emergente.

A Loon, que surgiu na incubadora de empresas da controladora do Google, Alphabet, e a HAPSMobile, uma unidade do SoftBank, planeja fornecer internet de alta velocidade para áreas remotas com equipamentos de rede lançados em grandes altitudes.

Os esforços de lobby das duas empresas, que formaram uma aliança no ano passado, estão recebendo o apoio de empresas como Airbus, Nokia e Ericsson, China Telecom, Deutsche Telekom, Telefónica e Bharti Airtel.

O apoio é um voto de confiança na tecnologia depois que a Alphabet encerrou em fevereiro outra de suas grandes apostas, a Makani, que pretendia gerar energia eólica com pipas, em um movimento amplamente visto como sinal de pressão do presidente-executivo Sundar Pichai para empresas que ainda não se provaram, como a Loon, para começar a entregar resultados.

A aliança expandida anunciada em uma declaração conjunta visa garantir as frequências e promover uma regulamentação uniforme e padrão de toda a indústria para os veículos de grande altitude, que transportam equipamentos de rede em balões no caso da Loon, ou em drones na HAPSMobile. Ambos os sistemas são movidos a energia solar.

A Loon já fechou acordos com operadoras de telefonia móvel no Quênia e no Peru. Essa tecnologia permite que as empresas de telecomunicações estendam a cobertura para áreas de difícil acesso, onde há baixa densidade populacional ou obstáculos geográficos, como montanhas, e mantenham o serviço funcionando após desastres.

Os dispositivos voam na estratosfera, que oferece clima ameno durante o ano inteiro, baixa latência, que fi ca a apenas 20 quilômetros acima da superfície da Terra, em comparação com satélites que, mesmo em órbita baixa, estão a 1.200 quilômetros de altitude.

Fonte: Reuters, por Sam Nussey

foto: REUTERS

Caixa registra lucro líquido de R$ 21,1 bilhões

A Caixa Econômica Federal, o maior banco brasileiro em número de clientes, anuncia o seu resultado consolidado do quarto trimestre de 2019 (4T19) e ano completo de 2019. Os destaques são:

• Lucro líquido de R$ 21,1 bilhões em 2019, um crescimento de 103,3% comparado a 2018.
• Mais de R$ 15,5 bilhões em vendas de ativos, em 2019. • Assinatura de R$ 9,5 bilhões em parcerias nos ramos de seguros e capitalização.
• Redução de 63,5% na taxa do cheque especial em 2019, com mínima de 4,95% a.m.
• Redução de 29,7% na taxa de habitação TR para PJ em 2019, com mínima de 6,50% a.a.
• Nova linha de Crédito Imobiliário IPCA, com taxas a partir de 2,95% a.a. + IPCA.
• Mais de 60 milhões de pessoas receberam o saque imediato do FGTS e o pagamento do PIS, totalizando R$ 28,9 bilhões, o maior pagamento da história (posição de 14/02/2020).

Fonte: Caixa Econômica Federal

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Investimentos coletivos em 2019 tiveram aumento de 71,19%

O brasileiro está apostando mais em investimentos coletivos. Em 2019 foram contabilizados R$ 78.758.300,00 em aportes na modalidade, um número 71,19% maior em relação ao aportado em 2018. Os números foram levantados pela CapTable, a plataforma de investimentos em startups da StartSe, e levou em consideração as informações de rodadas concluídas em 13 plataformas de crowdfunding de investimentos com atuação no Brasil registradas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Indicadores de crescimento – De acordo com um dos co-fundadores da CapTable, Paulo Deitos, os números deste mercado nos últimos quatro anos e o atual momento econômico possibilitam traçar um cenário otimista para este ano. “Se compararmos os resultados anuais de 2016 e 2019, tivemos um aumento de 844% em quatro anos. Houve uma descoberta da modalidade pelas startups e a tendência é que os volumes a serem captados tornem-se maiores”.

O próximo unicórnio – De acordo com Giácomo Diniz, professor de Finanças no Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC) de São Paulo, a opção de buscas por investimentos coletivos – em que qualquer pessoa pode se tornar investidora de uma startup com valores relativamente baixos – começa a ser vista como real por diversos empreendedores digitais. “Em 2016 praticamente não existia. Em 2017 os números eram incipientes. Mas houve um crescimento gigantesco em dois anos. O que pode ter dado um impulso foi a descoberta da modalidade pelas pessoas. Há uma tendência no aumento dos volumes pleiteados”.

Novo momento de investimentos – Entre as fintech, e-commerce, healthtech e agritech que conseguiram captar dinheiro com a CapTable, se destaca a socialtech Trashin. A proposta de transformar lixo em dinheiro animou 460 pessoas que aportaram um total de R$ 1,1 mi por 10% da empresa. De acordo com o CEO da startup, Sérgio Finger, entre as diversas opções para busca por investimentos, o que pesou na escolha de uma plataforma de crowdfunding de investimentos foi a facilidade e rapidez com que o dinheiro é levantado. “Esse aporte está acelerando nossos planos de tornar o nosso modelo de negócio em referência na América Latina”.

Ao analisar os números, o professor de Finanças do IBMEC aponta que a taxa de juros SELIC em sua mínima histórica pode ser um dos fatores que explicam o aumento por essa demanda. “É possível desenhar um cenário de pessoas mais interessadas nesse mercado em razão do perfil de risco ter aumentado para se conquistar ganhos financeiros maiores”.

Paulo Deitos conta que percebeu esse movimento e disponibilizou cursos on-line de investimentos alternativos para democratizar o conhecimento sobre opções como as oferecidas pela CapTable neste momento de mudanças na economia.

O chamado crowdfunding de investimentos (por um bom tempo chamado de equity crowdfunding, hoje em desuso) foi regulamentado pela CVM em 13/07/2017 através da Instrução Normativa CVM 588. De acordo com normas regulatórias, as empresas que querem fazer oferta pública de investimentos coletivos podem arrecadar um montante de até R$ 5 mi. Em plataformas como a CapTable, é possível que qualquer pessoa se torne investidora de startups com valores a partir de R$ 500,00. A CapTable faz parte da joint-venture CFG sediada em Porto Alegre (RS) e também abriga em sua estrutura a Cap Rate (investimentos coletivos no ramo imobiliário).

Fonte: Cap Table

Sérgio Finger ao centro – CEO da Trashin – Captação de R$ 1.1 mi via CapTable – divulgação