Desenho que dá Lucro! Franquia muda o Cenário de Trabalho para Cartunistas Brasileiros

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imagem pixabay

A empresa, que tem como objetivo transformar a realidade dos desenhistas do Brasil, oferecendo mais profissionalismo, reconhecimento, qualidade de vida e boa remuneração, visa contratar até o final do ano 200 desenhistas. No momento, a Caricanecas possui 40 desenhistas fixos. Com muitos profissionais no mercado e poucas oportunidades no setor, a última seletiva realizada pela marca reuniu quase 3 mil profissionais

“Limitado e pouco reconhecido!” É assim que o Wdson Sandenys, fundador da Caricanecas, maior empresa especializada em caricaturas digitais do mundo, define o mercado de cartunistas brasileiro. “Temos muitos talentos no país, mas são poucas as pessoas que se aventuram na profissão e menos ainda aqueles que alcançam o sucesso”, afirma o empresário. Segundo Dinho, como é conhecido, isso acontece pela desvalorização da profissão. “Conhecemos o menino que desenha super bem na sala de aula ou o amigo que tem um talento incrível pra desenhar super heróis, mas com o tempo esses talentos vão sendo deixados de lado. Não por falta de amor à arte, mas por falta de oportunidade”, complementa. Com o foco na mudança deste cenário, o profissional investe fortemente em treinamentos e cursos para os talentos contratados, além de salários bastante atrativos, que podem chegar a R$ 6 mil.

CARREIRA EM ASCENSÃO

Com talento para desenhar, mas sem o apoio dos pais e oportunidades na área, Nan Freire, de 32 anos, precisou buscar outros meios de sustento. “Eu trabalhei em diversas outras áreas. Para não deixar o meu talento de lado, fazia caricaturas para alguns amigos e garantia uma renda extra, mas ter uma carreira fixa em desenho, era algo que não imaginava conseguir”, conta. Hoje, contratado da Caricanecas, o profissional consegue enxergar o mercado com outros olhos. “A Caricanecas deu vida a um sonho. É prazeroso saber que a empresa tem aberto portas para diversos outros profissionais, mudando o cenário e o conceito da profissão. Hoje eu possuo uma jornada de trabalho prazerosa, tenho um crescimento pessoal e profissional e sei que ainda há muitas portas que vão se abrir”, conta.

Gabriel Jesus, de 21 anos, é outro talento que precisou passar por outras áreas até conseguir “viver de desenho”. “Eu trabalhava com algo que não gostava e era bastante infeliz. Quando fiquei desempregado, resolvi apostar na arte. Estudei, me aperfeiçoei e fui montando meu portfólio, mesmo sem grandes expectativas. Afinal, eu conhecia o mercado”, relata. Neste meio tempo, o desenhista soube do processo seletivo da Caricanecas e decidiu se inscrever, se destacando entre milhares de concorrentes. “Hoje posso dizer que sou muito realizado com o meu trabalho. Faço o que eu amo e consigo melhorar a minha arte a cada dia, além de me tornar financeiramente estável e conseguir bancar, por exemplo, minha própria casa”, conta.

Para Dinho, ainda falta muito para que os apaixonados por desenho sintam-se seguros em transformar o hobby em profissão, mas a Caricanecas tem dado grandes passos para mudar o mercado. “A Caricanecas tem crescido de forma bastante acelerada. Hoje temos mais de 500 unidades em todo o país, mas a ideia é fechar o ano com 1.200, para isso, vamos ter que aumentar de maneira expressiva o quadro de desenhistas”. Atualmente a Caricanecas possui 40 profissionais fixos, mas até o final de 2020 deve chegar a 200.

Segundo o fundador da Caricanecas, a marca deseja trazer uma visão de profissionalismo, dignidade e qualidade de vida aos profissionais de desenho do Brasil. “Acredito que estamos no caminho certo para ajudar a mudar a atual realidade desses profissionais, pois os desenhistas já enxergam a marca como uma boa oportunidade de trabalho. Além disso, já temos muitos casos de funcionários que conseguiram transformar a vida exercendo a profissão dos sonhos”, relata Dinho.

PLANO DE CARREIRA

Para os desenhistas profissionais, trabalhar na Caricanecas virou algo desejo. “Não somente porque somos uma das poucas empresas do país que investe no setor, mas porque temos um plano de carreira bastante atrativo. O profissional deixa de ser um freelancer e consegue vislumbrar uma carreira”, afirma Dinho.

Com salários que podem chegar a R$ 6 mil, dependendo do nível do profissional, o último processo seletivo realizado pela marca reuniu quase 3 mil inscritos. “Além do salário, estamos sempre investindo no aprimoramento do profissional. Como temos um traço muito específico — que foge da caricatura comum e é mais semelhante ao cartoon — os profissionais precisam se adequar a este estilo, e para isso há diversos treinamentos”, conta.

A próxima seletiva para desenhistas está prevista para o final de Abril e a Caricanecas deve contratar 25 novos profissionais; a expectativa é que haja mais de 5 mil inscritos. “Como os desenhistas conseguem trabalhar home-office, recebemos inscrições de todo o país. Este é outro diferencial. Não concentramos nossos profissionais em um único local, o que dissemina ainda mais as oportunidades”.

PRÓXIMOS PASSOS

Há 4 anos no mercado, a Caricanecas já realizou mais de 1 milhão de caricaturas em canecas — carro chefe da marca -, squeeze e outros brindes. Em média, a empresa realiza 500 caricaturas por dia. “Em meses com datas comemorativas, como Dia das Mães e Natal a gente chega a fazer 100 mil caricaturas no mês”, conta Dinho. A ideia é que com a abertura de novas unidades, e com as novas contratações, a Caricanecas bata, até o final do ano, 2 milhões de caricaturas realizadas. “Meu desejo é que as canecas e os demais brindes que oferecemos estejam em todo o lugar. E que os traços da Caricanecas se tornem conhecimento em todos os cantos do país. Vamos despertar desejo do consumidor em obter um produto diferenciado, que tenha arte e bom humor e, ao mesmo tempo, incentivar os desenhistas a apostarem na carreira”, enfatiza o empresário.

Os traços da Caricanecas devem chegar, inclusive, em solos estrangeiros. Com atuação em Portugal, a marca deve inaugurar unidades, ainda este ano, em países como Chile e Estados Unidos. “Ser desenhista é mais que uma profissão, é um chamado. E atender a esse chamado e exercer a atividade, é algo que dá esperança e inspiração, não só para si próprio, mas também para as pessoas de modo geral a seguirem o seu sonho e trabalharem com aquilo que amam e nasceram para fazer. Quanto mais eu conseguir expandir essa filosofia, seja no Brasil ou em outros países, mais eu incentivo as pessoas a apostarem na profissão, mais o setor cresce e mais o mercado irá valorizar esses profissionais”, finaliza.

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Por Fernanda Duran | BCBIZ Comunicação
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