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Pandemia gera aumento de Compras Online: o que fazer para se Proteger e ter uma melhor Experiência?


Executivo da IDid orienta consumidores e lojistas para o novo cenário de consumo online

Gastão Mattos, líder da IDid no Brasil

São Paulo, março de 2020 – De acordo com o Compre e Confie, empresa do grupo Clearsale, as vendas online aumentaram 40% nos primeiros 15 dias de março. O segmento de saúde e beleza foi o que registrou o maior volume de vendas, com 37,66%. Somente os itens de saúde tiveram alta de 124%. Segundo a ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), algumas lojas online tiveram aumento de 180% nas transações relacionadas a alimentos e saúde. “Com a adoção das medidas de segurança no Brasil para o combate ao coronavírus e com as pessoas evitando sair de casa, as compras online dessas categorias, além de supermercados e deliverys devem crescer ainda mais”, diz Gastão Mattos, líder da IDid no Brasil, plataforma de pagamentos online que elimina os riscos de fraude.

Entretanto, o novo cenário merece atenção de compradores para velhos e novos problemas que podem impactar a boa experiência de venda e consumo online. O primeiro e permanente problema é a gestão de fraude. Os fraudadores também veem o aumento de vendas online e a pandemia como oportunidade. Golpes do tipo phishing (e-mails ou links falsos com o objetivo de roubar dados) têm surgido cada vez mais em função da pandemia: notícias falsas sobre o Covid-19, apps para acompanhar a pandemia, distribuição de produtos de saúde e serviços de streaming gratuitos são apenas algumas das maneiras que os criminosos encontraram para fraudar dados dos consumidores. Empresas com marcas conhecidas foram usadas indevidamente para a criação de sites falsos buscando cadastros propagados por mensagens via Whats App, redes sociais e e-mails.

“Embora ainda não existam dados exatos que confirmem o aumento de fraudes devido à crise do coronavírus, esta pode ser uma tendência em função do crescimento do consumo online. Vale ressaltar que as tentativas de fraude já aumentaram 14% no ano passado em comparação com 2018, por isso é fundamental ficar atento”, explica Mattos.

Outro ponto de atenção, neste momento de demanda forçada, é o gargalo da logística de entrega. “Em situação normal, esta parte do processo de venda online já é bem sensível, que dirá agora com a explosão de vendas em segmentos como alimentação e farmácia, para citar ramos de maior procura pelos consumidores confinados. A capacidade de logística ao consumidor deve ter sido afetada com a crise para pior, e o pico de demanda favorece complicações, acarretando prazos maiores, ou mesmo, inviabilidade de entrega em alguns casos. Vendedores e consumidores devem ter cuidados extras neste processo”, afirma Mattos.

Considerando o momento, e suas particularidades, o executivo traz algumas medidas para consumidores e lojistas se protegerem das fraudes online e melhorarem a experiência de compra online durante a pandemia:

Consumidores:

• Mantenham o sistema operacional e os serviços de segurança, como o antivírus, por exemplo, do computador e celular sempre atualizados. A recomendação é habilitar a opção de atualização automática oferecida pelos fabricantes;

• Desconfie de promoções exorbitantes e ofertas gratuitas de produtos e serviços compartilhados em redes sociais, e-mails e ferramentas de bate-papo online como o Whats App. Na dúvida, não abra o link e acesse os sites oficiais das empresas para conferir a veracidade destas ofertas;

• As mídias sociais não precisam ser ignoradas, pois é um canal interessante para vendedores que já tiveram relação com o consumidor para promover ofertas de interesse. A incerteza e risco maior se aplica em ofertas de vendedores não conhecidos ou a links de origem não confirmada;

• Não compartilhe informações ou links sem antes conferir que estes são verdadeiros;

• Mantenha seus dados pessoais e, principalmente, de pagamento bastante seguros. Não compartilhe com terceiros;

• Use sempre senhas fortes e tenha mais de uma forma de autenticação para acessar dispositivos e aplicativos.

• Prefira comprar em marketplaces conhecidos, pois através deles você poderá ter o endosso de uma grande empresa para comprar de empresas menor, talvez pouco conhecida.

• Verifique as condições de entrega (prazo e preço), antes de finalizar a compra. Vários vendedores estão trabalhando na modalidade de retirada física na loja. Se você não quer se deslocar e sair de casa, este tipo de entrega é inviável ao seu interesse.

Lojistas:

• Parametrize seus sistemas antifraude de acordo com o perfil de sua loja e busque ferramentas que possuam padrões mais altos de segurança e que minimizem os impactos na conversão de vendas;

• Se possível, adote também o processo de análise manual para aprovar ou negar compras em virtude das mudanças de perfil dos consumidores neste momento de pandemia;

• Acompanhe de perto tudo o que acontece online com o nome do seu estabelecimento para que possa avisar seus clientes sobre qualquer uso indevido de sua marca;

• Adote soluções que evitem o armazenamento de dados dos usuários no seu estabelecimento, mas que garantam maior facilidade na hora de comprar e pagar;

• Mantenha comunicação clara e frequente com seus consumidores nos canais oficiais da sua loja online para informar sobre promoções, mudanças no funcionamento e outras atividades;

• Lojas iniciantes ou com baixo volume devem analisar o uso de marketplaces para oferta. Através deles, será possível alcançar maior amplitude de divulgação e principalmente, conquistar a confiança de novos consumidores;

• Mantenha o cliente informado sobre o status de entrega do produto e antecipe a informação sobre qualquer alteração de prazo. O consumidor pode ter um nível de necessidade ou ansiedade diferente do usual, dada a situação de confinamento;

• Revise seu sistema de entrega e provedores de logística. Este é o processo mais crítico neste momento. Uma falha poderá por tudo a perder, afetando sua imagem perante o consumidor;

• Em tempos de confinamento, a venda online pode fazer a diferença para a manutenção da operação. Uma forma de venda interessante é a oferta direta via e-mail ou mídia social (WhatsApp principalmente). Para ser efetivo, é importante facilitar para o consumidor, com ofertas de interesse, já com a opção de finalização da compra. O link de pagamento é o formato ideal para isso, pois através dele, é possível enviar ao cliente um link a partir do qual ele poderá efetuar o pagamento, acessando diretamente o checkout já com o carrinho formatado com valor e dados do pedido. Vários adquirentes oferecem esta funcionalidade de forma simplificada, sendo possível geral links específicos para cada oferta. Estes links podem ser direcionados ao cliente, por exemplo, via WhatsApp, permitindo o pagamento via celular. Note, contudo, que esta oferta faz mais sentido para os casos de clientes já conhecidos, ou tratados anteriormente via uma ação de mídia social.

Sobre a IDid

A IDid é uma plataforma que trabalha com um novo conceito de “consumidor presente” para o setor de pagamentos, com a realização de transações seguras em lojas online nas modalidades crédito e débito, com acesso direto ao sistema do emissor utilizando o modelo de autenticação do próprio banco e cumprindo com os requisitos de múltiplos fatores de autenticação exigidos por reguladores em várias partes do mundo.

Criada de forma independente por Alexandre Pi, fundador e acionista da Muxi – empresa focada em soluções para transações eletrônicas – e Daniel Oliveira, sócio e cofundador da paySmart – fintech fundada em 2004, líder em tecnologia para pagamentos eletrônicos seguros para bandeiras regionais de débito, crédito e benefícios, com mais de 27 milhões de dispositivos e mais de 300 milhões de cartões emitidos. A IDid é liderada por Gastão Mattos, que conta com mais de 25 anos de atuação no setor de e-commerce e pagamentos e traz, em seu conselho administrativo, Mario Mello, ex-Presidente do PayPal para a América Latina e sócio de risco do Valor Capital Group. Mario possui mais de 30 anos de experiência em serviços financeiros e tecnologia e passa a ser o primeiro advisor da IDid.

O nome IDid significa ID (abreviação de identidade) duas vezes, pois a plataforma garante ao lojista a identidade comprovada do consumidor e vice-versa. Além disso, engloba também o conceito da expressão em inglês “I did” (eu fiz), no sentido de que somente o usuário é capaz de concluir a transação devido às tecnologias exclusivas que garantem a segurança da plataforma.

Este conteúdo de divulgação comercial é fornecido
Por Paula Araujo | PitchCom Comunicação
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