Série de lives, debatem sobre as compras B2B durante a pandemia

Nestlé, JBS e FGV CELOG estão entre os participantes das conversas que trouxeram informações e insights para o período da pandemia

São Paulo, junho de 2020 – Com a crise provocada pelo coronavírus, as empresas estão enfrentando o início de uma nova realidade. Este período exige que as companhias revejam seus processos e se preparem para tempos desafiantes. Para colaborar com o momento, o Mercado Eletrônico tem produzido uma série de lives com grandes players do mercado, discutindo maneiras de reagir e manter a produção mesmo com o mundo em crise.

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Mediadas por Luiz Gastão Bolonhez, vice-presidente do Mercado Eletrônico, as lives que já foram ao ar abordaram diversos temas importantes, desde o cenário durante a pandemia até previsões e mudanças para o futuro. “Nós vivemos um momento de recessão muito severo. Por isso, nós, do Mercado Eletrônico, acreditamos que a união em busca das melhores estratégias e respostas, diante dos novos desafios de mercado, pode ser a melhor maneira de superar essa crise. Com as lives, conseguimos compartilhar a experiência de grandes empresas e criar um ambiente de análise do cenário e opções de adaptação para diversos setores.” explica Gastão.

Com a presença do diretor global de Suprimentos da JBS, Vicente Zuffo, a live “Visão Global de Compras: segmentos essenciais em tempos de crise” abordou os desafios da JBS, maior empresa de proteína animal do mundo, para dar continuidade a sua produção mesmo em meio à quarentena.

“Com as pessoas forçadas a fazer suas refeições dentro de casa, os serviços de alimentação, como restaurantes e lanchonetes, perderam a força, enquanto o mercado de varejo aumentou muito a demanda. A JBS precisou de rapidez para movimentar seus produtos, que antes seriam direcionados aos restaurantes, para os supermercados. A digitalização facilitou muito esse processo porque, imediatamente, o fornecedor percebeu que paramos de pedir um tipo de embalagem e alterou a sua prioridade de fabricação, e isso aconteceu em diversos casos diferentes. Outro ponto importante da digitalização foi a agilidade que os compradores ganharam para analisar o cenário, prever novas necessidades e realinhar as demandas com os fornecedores. Além disso, teve também o desafio de manter os milhares de colaboradores trabalhando com o máximo de segurança.”

Já na live “Gestão de Risco: como se preparar para o mundo pós-COVID-19”, Priscila Miguel, coordenadora do FGV-CELog – FGV-EAESP, abordou estratégias emergenciais para sobreviver aos períodos de incerteza e a necessidade da criação de ações com foco na geração de valor a longo prazo. Segundo ela, a redução de custos nem sempre é a melhor maneira de lidar com a crise, porque é necessário pensar no pós.

“Quando existem poucos fornecedores qualificados, homologados e capazes de me entregar determinado produto com qualidade e tecnologia, eu preciso sempre me empenhar em fortalecer o relacionamento. Quando eu corto pela metade ou cancelo aquele negócio, eu prejudico o fornecedor e, depois da crise, vou precisar voltar a fazer negócios com ele. E aí, como retomar essa relação no pós-covid com a quebra de confiança? As empresas que conseguirem entender os fornecedores e impactos e adotarem medidas ágeis de resposta, irão sair na frente. Quem souber criar uma rede de colaboração, terá resultados melhores.” completa Priscila.

Executivos da Nestlé Brasil participaram do debate “Como o cenário atual vai mudar o futuro do Supply Chain?”. O bate-papo partiu das diversas fragilidades reveladas no supply chain mundo afora, durante o período de crise. Essas fragilidades mostraram a urgência de mudar o mindset dos profissionais e organizações, a fim de criar cadeias de suprimentos mais inteligentes, fortes e diversificadas, prontas para sofrer impactos e, mesmo assim, continuar operando sem grandes rupturas.

“A crise tornou ainda mais evidente a necessidade das empresas conhecerem profundamente suas cadeias de suprimentos. A questão da redundância e o trade-off entre custo e disponibilidade ganharam outra relevância. A decisão de trabalhar com fornecedores exclusivos será analisada sob uma ótica diferente, já que o risco de interrupção das cadeias por um longo período se tornou muito maior do que estávamos acostumados” afirmou Marcelo Nascimento, VP de supply chain da Nestlé Brasil.

O executivo também reforçou que “a situação atual mostrou a importância da digitalização para ter controle da cadeia de suprimentos, pois, no momento, as fábricas não param, mas muitos profissionais estão fazendo o gerenciamento à distância, o que só é possível por meio de uma plataforma digital.”

As lives que já aconteceram podem ser assistidas no Canal do Mercado Eletrônico, no Youtube. Já as lives que ainda vão acontecer podem ser vistas no blog da empresa, mediante inscrição. Dentre os bate-papos já agendados estão a Lojas Marisa, Alpla e Accor Hotels.



Sobre o Mercado Eletrônico
O Mercado Eletrônico é líder na América Latina em soluções de comércio eletrônico B2B. Suas tecnologias e serviços para as áreas de compras ajudam empresas a conquistarem mais economia, agilidade, governança e colaboração. Com escritórios no Brasil, Portugal, México e Estados Unidos, contabiliza mais de 1 milhão de fornecedores, 8 mil compradores e transaciona R$ 100 bilhões em negócios entre fornecedores e compradores. O ME é GPTW (Great Place to Work) e está na lista das melhores empresas para trabalhar nos rankings Brasil e TI, nas edições 2018 e 2019. É também um dos vencedores 2019 do Guia VOCÊ S/A – As 150 Melhores Empresas para Trabalhar. Para mais informações, acesse me.com.br.

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