Aumento de atividades remotas afeta relações com as tecnologias dentro de casa, apontam especialistas da Accenture

Crescimento de demanda impulsiona serviços de telecomunicações e expectativas para a implantação das redes 5G no mundo

São Paulo, 4 de agosto de 2020 – Como serão nossas rotinas dentro de casa no pós-pandemia? A Accenture se debruça sobre o cenário afetado pelas mudanças de hábitos de consumo, pelo aumento das demandas remotas com o isolamento social e as consequentes transformações nesses mercados para responder esta questão. Estudo realizado em maio pela consultoria com consumidores de 12 países, incluindo Brasil, mostra que, mesmo após a fase de distanciamento, 74% das pessoas esperam manter o contato com amigos e familiares virtualmente. A importância que as tecnologias têm em nossas vidas se refletiu no dia a dia dos últimos meses. Entre os entrevistados para a pesquisa, 90% consideram a banda larga um serviço essencial, que se provou ainda mais importante com a crise.

Como desdobramento da pandemia, 36% das pessoas acreditam que devem aumentar a rotina de teletrabalho, e mais de um em cada cinco consumidores planeja comprar aparelhos eletrônicos para sua casa. No livro The Future Home in the 5G, os especialistas da Accenture Jefferson Wang e Boris Maurer exploram o conceito da casa como um espaço em profunda conexão com as transformações das necessidades humanas. A ascensão de novas demandas pressiona o mercado para atender as expectativas de grupos cada vez maiores. Na outra ponta, os lares evoluem gradualmente para ambientes inteligentes, com serviços personalizados de suporte ao trabalho e ao estudo remoto, aos cuidados com a saúde, à telemedicina, ao entretenimento imersivo e à socialização.

Se, por um lado, essas mudanças impulsionam os agentes de mercado para a implantação de redes 5G, por outro, a infraestrutura de hoje ainda apresenta obstáculos. A desarticulação entre as tecnologias de contato com o usuário, o alto custo de conexão entre os dispositivos e as deficiências da conectividade entre os padrões existentes impedem a expansão da demanda e mostram que ainda deve levar alguns anos para termos a conectividade à tecnologia 5G sem fio em larga escala.

O cenário pós-pandemia indica oportunidades para evolução de um ecossistema tecnológico, formado por fabricantes de dispositivos, fornecedores de plataformas digitais, desenvolvedores de aplicativos e até empresas fornecedoras de serviços para atender demandas mais básicas, como cuidados com a saúde e bens de consumo. A mudança de paradigma apresentada na pesquisa e no livro representa um novo capítulo no relacionamento entre consumidores e mercado, que deve gerar modelos de negócios impulsionados pela inovação baseada em plataforma, reinventando as experiências de vida dentro e fora de casa.

Você também pode gostar de ler:
Depois da onda das lives, qual será o futuro do entretenimento no Brasil? Para o mercado, formato se mantém importante como parte da evolução na forma de consumo

“Os recentes desafios impostos pela pandemia da Covid-19 aumentaram a importância do lar. Parte da população mundial passou a trabalhar remotamente, educar seus filhos, dedicar mais tempo a games e entretenimento dentro de casa. Isso transformou completamente o significado de lar, e o setor precisa se mexer para se adaptar a essas mudanças e assumir um papel central de apoio a consumidores, empresas e governos nessa dinâmica da casa do futuro”, explica Jefferson Wang, co-líder da prática global de 5G e diretor de Estratégia de Tecnologia e Consultoria na Accenture.

O livro The Future Home in the 5G Era foi publicado pela Kogan Page em abril de 2020 com contribuições de George Nazi e Amol Phadke, especialistas no setor de Google Cloud. Para mais informações, acesse http://www.accenture.com/5GFutureHome .

Este conteúdo de divulgação comercial foi fornecido
Por bcw | burson cohn&wolfe
e não é de responsabilidade de revistaempreende.com.br