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Eleições 2020: Três cidades brasileiras terão simulação de votação pelo celular

A pandemia chegou e com ela a transformação digital acelerou de tal maneira que até mesmo a justiça eleitoral está estudando a possibilidade de realizar as eleições sem a necessidade das urnas eletrônicas. O eleitor brasileiro poderá utilizar o seu celular ou até mesmo o computador para votar online de qualquer lugar do mundo.

No edital lançado em 28 de setembro deste ano, foram 31 empresas inscritas que manifestaram interesse em desenvolver a tecnologia. As empresas candidatas a implementarem o novo sistema de votação são de todos os portes e vão desde startups brasileiras a megaempresas como a americana Amazon. Os requisitos mínimos exigidos pelo TSE para o desenvolvimento do novo sistema de votação, inclui a identificação do eleitor por biometria digital ou facial, sigilo de voto e mecanismos de auditoria.

Em entrevista ao Uol, Sandro Vieira – juiz auxiliar da presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e coordenador do projeto Eleições do Futuro – informou que as demonstrações serão iniciadas, já neste ano, nas cidades de São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Valparaíso de Goiás (GO). “No dia da eleição, três empresas montarão estandes em cada local de votação. O eleitor que quiser participar da simulação receberá as orientações para votar e o TSE acompanha os resultados”, disse Vieira.

A necessidade em alterar o sistema de urnas eletrônicas atual para uma possível votação online com o celular, deve-se ao fato do interesse do TSE em reduzir os custos das eleições e aumentar o número de eleitores votantes a cada pleito. “O voto online seria cômodo neste ano de pandemia e muito útil ao eleitor que estiver em trânsito. No futuro, ele poderá votar de qualquer lugar”, disse Vieira”.

Ainda de acordo com a reportagem do UOL, se tudo der certo nas demonstrações deste ano, em 2021 os testes serão iniciados e se os resultados forem satisfatórios o futuro presidente do TSE, ministro Alexandre Moraes, poderá decidir implementar a mudança num projeto piloto em 2022.

Fonte:  Uol

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Da redação.