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Tendências 2021: De quais habilidades as empresas vão precisar no pós-pandemia?

Workana lista pontos aos quais líderes e profissionais terão que se atentar no futuro do trabalho, e adianta: Habilidades pessoais serão tão importantes quanto domínio de novas tecnologias

São Paulo, dezembro de 2020 – A pandemia e o avanço da tecnologia têm praticamente obrigado as empresas a se adaptarem rápido e, com isso, surge a necessidade de contar com profissionais com habilidades específicas para atender a essas demandas. Quanto à digitalização acelerada, por exemplo, dados do relatório anual da Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina, revelaram que 67,8% dos empreendedores tiveram que desenvolver soluções para vender online. O estudo mostra que a maioria precisou investir na gestão de redes sociais (22,7%), e em canais para se comunicar com os clientes (20,3% em vendas pelo whatsapp e 15% na criação de site).

Mas a adaptação às ferramentas digitais será suficiente no futuro?

O mundo é volátil, incerto, complexo e ambíguo (VUCA), e muitas áreas estão passando por transformações, ao mesmo tempo que outras novas estão surgindo, e evoluir sempre é fundamental para acompanhar essas mudanças. Tanto que o conceito de Lifelong Learning, que significa atualização contínua sobre a sua própria área de atuação incorporando soft skills – conceito esse que já é bastante utilizado por freelancers – vem ganhando cada vez mais destaque. Porém, a necessidade de evoluir não se concentra só nos quesitos que envolvem novas tecnologias, mas também nos que se referem a inteligência emocional.

Pensamento crítico e solução de problemas, por exemplo, estão entre as habilidades que os profissionais terão que ter nos próximos anos, destaca o relatório Futuro do Emprego, do Fórum Econômico Mundial, que sinaliza também que 50% dos profissionais precisarão se requalificar até 2025. Ainda segundo o ranking de skills do levantamento global, resiliência, flexibilidade, liderança, inovação aparecem como fortes tendências daqui pra frente, assim como apontou o estudo da Workana:

Para Daniel Schwebel, country manager da Workana no Brasil, inovação tecnológica há em abundância nos dias de hoje, bem como um movimento muito forte das empresas em busca de qualificações técnicas. Por isso, adquirir e trabalhar esses pontos citados acima é algo urgente, porque ninguém tem 100% de certeza de como será o mundo depois da COVID-19 e, por tal motivo, será preciso apostar em pessoas com habilidades pessoais que ajudem a enfrentar os desafios que toda a volatilidade e incerteza trazem.

Como potencializar e trabalhar melhor essas habilidades pessoais dos profissionais – ainda mais considerando que muitas empresas seguirão com o trabalho remoto parcial ou total?

Confira os pontos mais importantes, de acordo com o country manager da Workana:

1• Será necessário que líderes e colaboradores reconstruam sua relação de confiança, desta vez de forma muito mais empática, compreendendo quem as pessoas são, e não só o papel que elas desempenham na empresa;

2• Os líderes terão que fortalecer a comunicação e fazer com que ela seja o mais transparente possível para promover o desenvolvimento dos funcionários;

3• Os gestores precisarão orientar o trabalho dos colaboradores se baseando em objetivos e não apenas em horas trabalhadas;

4• A tomada de decisões deve ocorrer de baixo para cima, levando em conta a opinião e as necessidades das pessoas;

5• Se atentar à saúde física e mental dos colaboradores é palavra de ordem;

6• Oferecer o trabalho à distância como uma opção a quem preferir adotar essa modalidade.

“Ao mesmo tempo que a tecnologia faz surgirem rapidamente novas profissões e novos desafios, ela pode contribuir também para a requalificação ágil dos colaboradores. Desde que a atuação dos líderes ocorra com olhares voltados ao profissional, numa perspectiva professional centric, que deixa o office centric, para apostar em uma nova estrutura de baixo pra cima, que ouve as necessidades dos profissionais, as compreende e, de forma humanizada, volta seus esforços a desenvolver a inteligência emocional dos colaboradores.

Com isso, mesmo diante dos desafios do mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo, são maiores as chances de que as pessoas tenham o equilíbrio necessário para se adaptar”, conclui Schwebel.

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Este conteúdo de divulgação foi fornecido
Por NR-7 Comunicação
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