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Brasil Bitcoin lança cartão para pagamento em criptomoeda, sem necessidade de recarga

Visando facilitar o uso do Bitcoin no dia a dia, exchange disponibiliza novo meio de utilizar seu saldo em conta

Cada dia que passa o Bitcoin fica mais conhecido no meio público. Seja com pessoas informando o quanto ganharam com sua valorização, ou com os destaques na imprensa mostrando o topo histórico sendo atingido semana a semana. Em fevereiro chegou a atingir a máxima de R﹩ 311 mil, e teve um volume de cerca R﹩ 304 trilhões. Mas uma das preocupações dessa nova massa é onde e como utilizar essa criptomoeda.

Uma das formas de se obter o Bitcoin é adquirindo por meio de corretoras, como a Brasil Bitcoin, onde se paga por meio de moedas tradicionais, como o Real, e recebe a quantidade equivalente da criptomoeda desejada. Mas apesar de estar com a fama em alta, essa moeda digital ainda não é aceita em muitos lugares.

Para quebrar essa barreira, Marco Vinícius Castellari, CEO da Brasil Bitcoin, conta que a solução encontrada por eles foi a criação de um cartão, com a bandeira ELO, para o usuário utilizar os seus Bitcoins e Reais em saldo, em qualquer lugar desejado.

“Lançar esse cartão faz parte do processo da Brasil Bitcoin para se tornar um banco, só que das criptomoedas. Agora, nossos clientes podem realizar compras e fazer assinaturas com essa opção. Vamos começar a disponibilizar no dia 8 de março de 2021, e sua solicitação do cartão pelo aplicativo acontecerá gradativamente ao longo de 2021 para os usuários”, conta Castellari.

O uso do cartão para utilizar as criptomoedas não é novidade no mercado, mas a forma mais habitual é com recarga pré-pago, algo que Marco conta ser muito desagradável para o usuário.

“Ter que ficar recarregando o cartão pré-pago não é um processo trabalhoso, mas é algo que pode irritar a pessoa. Com o cartão da Brasil Bitcoin não será necessário ter que ficar adicionando créditos, o usuário irá usar o saldo da sua conta da nossa plataforma, assim como é com os bancos tradicionais. E não será necessário ter um valor mínimo para compra”, comenta o CEO da Brasil Bitcoin.

A forma que será debitada da sua conta é explicada de forma detalhada por Marco Vinícius. Além desse esclarecimento, a exchange já tem uma meta de quantos usuários querem atingir com o uso do novo cartão, e assim fomentar o uso das criptomoedas no mercado tradicional.

“A princípio, quando o cliente fizer uma compra, será debitado o saldo em Reais. Caso não seja suficiente, realizamos uma tentativa de compra utilizando o saldo em reais mais o equivalente em Bitcoin. Se não for suficiente novamente, realizamos mais uma tentativa de pagamento utilizando somente o saldo em Bitcoin. A conversão da criptomoeda para aprovar a compra em Reais é realizada instantaneamente e a preço de mercado, sem necessitar nenhuma ação do usuário.

Num futuro próximo, será possível selecionar qual moeda principal e secundária será debitada nas compras. Com essa forma de operar, pretendemos atingir 250 mil pessoas até 2022.”, explica Castellari.

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Este conteúdo de divulgação foi fornecido
Por MGA Press Comunicação
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