Carbono Zero: Fintech Hash desenvolve projeto para neutralizar emissões de gases do efeito estufa

Criada em parceria com a ZCO2, a iniciativa neutralizou as emissões ocorridas em 2020, provenientes da empresa e de seus funcionários.

A Hash, fintech do setor de meios de pagamento, criou uma iniciativa para neutralizar as emissões de gases do efeito estufa causadas por atividades e deslocamentos da empresa e também de seus funcionários. O projeto foi desenvolvido em parceria com as empresas do grupo ZCO2.

“Faz parte da nossa cultura debater e pensar soluções para questões que vão além do nosso modelo de negócios, como sustentabilidade e diversidade, por exemplo”, explica João Miranda, fundador e CEO da Hash. “Temos consciência de que qualquer atividade executada dentro e fora da empresa reflete no meio ambiente e, por isso, optamos por neutralizar o carbono emitido pela empresa e possibilitamos nossos Hashers, enquanto pessoas físicas, a fazerem o mesmo”, completa.

Para isso, foi necessário calcular o total das emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE) de 2020 e definir o que era passível de redução e o que exigia a neutralização por meio da compensação, via compra de créditos de carbono. No total, somando empresa e funcionários, foram adquiridos 363 créditos, que correspondem à mitigação da emissão de 363 toneladas de carbono.

Como funciona o processo?

A neutralização de empresas é definida com base em três escopos: Emissões Diretas (pertencentes ou controladas pela empresa); Emissões Indiretas (geradas no consumo de eletricidade pela empresa) e Outras Emissões Indiretas (não pertencentes ou controladas pela empresa). A Hash optou por neutralizar os três.

Para compensar o consumo de energia elétrica do escritório, a empresa comprou Certificados de Energia Renovável (CERs) emitidos pela BlockC da Usina Solar Juazeiro, localizada na cidade de Juazeiro (Bahia). Já para suprir os demais escopos, foram comprados créditos de carbono de projetos de energia renovável e de manutenção de florestas.

A Hash também optou por neutralizar as emissões de seus funcionários, enquanto pessoas físicas, e deu liberdade para que os Hashers decidissem de que forma isso ocorreria. Todos puderam escolher entre quatro projetos: Conservação da Floresta Amazônica, Aterro sanitário em SP e Centrais Hidrelétricas no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais. Todos os créditos de carbono necessários para compensar o consumo individual de cada um foram comprados pela Hash, em parceria com a ZCO2.

Ambiental, Social e Governança (ESG)

Essa e outras iniciativas são os primeiros passos da fintech para criar uma política de ESG dentro da empresa. Além da neutralização de carbono, a startup tem promovido discussões e oportunidades para tornar o time cada vez mais diverso e contribuir para aumentar a inclusão dentro do ecossistema de inovação.

“Como parte da nossa cultura, queremos promover iniciativas e oportunidades que impactem positivamente no nosso dia a dia, no mercado, na sociedade e reflitam no país como um todo”, declara Miranda.

Dentre as ações tomadas para concretizar essa cultura no cotidiano dos Hashers, no último ano, a Hash passou a oferecer auxílio terapia para todos os seus funcionários, aumentou significativamente o número de mulheres em seu quadro e criou o programa de Amadrinhamento, a fim de acolher candidatas durante o processo seletivo.

A fintech também tem se preocupado com políticas de diversidade e inclusão. Ela está ativamente em busca de uma liderança para atuar especificamente nessa área. Junto a isso, em parceria com a consultoria Transcendemos, a Hash implantou um comitê interno de diversidade que cuidará exclusivamente de políticas nesse sentido. Uma primeira medida será elaborar um guia de ética e conduta com normas para garantir um ambiente seguro e inclusivo.

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Por FSB Comunicação
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