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Carteira de crédito do Sistema Nacional de Fomento com MPMEs tem alta de 42,9%

Com a crise provocada pela pandemia, empresários buscam soluções para continuar no mercado

A carteira de crédito do Sistema Nacional de Fomento (SNF) com as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) atingiu R$ 216,3 bilhões em março e cresceu 42,9% em comparação com o mesmo mês do ano passado (R$ 151,3 bilhões). Em relação a dezembro, quando a carteira de crédito totalizou R$ 210,8 bilhões, a alta é de 2,6%. O levantamento foi elaborado pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).

O total de clientes das instituições do SNF é recorde desde o começo da série histórica, em dezembro de 2014: atingiu, em março de 2021, 43,2 milhões – 899,1 mil a mais em relação a dezembro de 2020. Na comparação com o mesmo mês de 2020, o crescimento foi de 1,8 milhão de clientes. Já a quantidade de operações chegou a 104,2 milhões – 3,4 milhões a mais em relação a março de 2020.

Para o presidente da ABDE, Sergio Gusmão Suchodolski, os resultados evidenciam o papel das instituições do SNF para a oferta capilarizada de recursos e para a operacionalização dos programas emergenciais durante a pandemia. “O aumento de crédito para as MPMEs evitou que um número ainda maior de pequenos negócios fechassem as portas diante da crise causada pela pandemia. As empresas precisam de recursos para manter as suas atividades e o SNF teve papel estratégico”.

Nova fase do Pronampe

Com aporte de R$ 5 bilhões no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para cobrir até 20% da carteira total de cada instituição, o governo prevê que a nova fase do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) empreste R$ 25 bilhões até o final do ano. O programa foi fundamental para socorrer as pequenas empresas e emprestou R$ 37 bilhões no ano passado.

Juntas, 12 entidades do SNF (Badesul, Banco da Amazônia, Banco do Brasil, Banco Sicoob, Banrisul, BDMG, BNB, Caixa, Sicredi, GoiásFomento, Banestes e Banese) operaram 78,5% do valor contratado na primeira fase do programa, totalizando R$ 29,5 bilhões em garantias.

“Somos imensa maioria dos operadores do Pronampe e vemos essa nova fase com bons olhos, sobretudo porque ainda estamos na pandemia e há necessidade de crédito atraente e com fundo garantidor robusto. Vamos nos empenhar para fazer chegar esse recurso na ponta o mais rápido possível”, disse Suchodolski.

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Este conteúdo de divulgação foi fornecido
Por Inpress Oficina Comunicação 
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