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Holding do BTG Pactual faz joint venture para criar empresa de gestão esportiva Win the Game

Holding do banco terá 50% de companhia que pretende profissionalizar o setor de esportes como entretenimento


A Holding do BTG Pactual, maior banco de investimentos da América Latina, se une ao empresário Claudio Pracownik, dono da empresa Fix Delivery Partners, para criar a Win the Game (WIN), empresa de negócios e gestão financeira para o segmento esportivo. A holding do BTG Pactual terá 50% da WIN, e a Fix, outros 50%.

“O objetivo da WIN é tratar esporte como entretenimento e contribuir para o aumento da profissionalização deste universo, oferecendo soluções inovadoras para fomentar negócios e conectar equipes, instituições, associações, times, clubes e atletas à boas práticas de governança, inovação e ao crédito”, afirma o sócio do BTG Pactual Iuri Rapoport, que será Presidente do Conselho da WIN.

A ideia da WIN é ir muito além da profissionalização da gestão de clubes, associações e entidades desportivas. Ao lançar um olhar de negócios e tratar o esporte como uma atividade de entretenimento, a empresa irá apoiar a carreira de atletas, prestar consultoria e assessoria financeira e de marketing, trabalhar na reestruturação de passivos, inventário de ativos digitais, criação de novas receitas, gestão patrimonial e analisar oportunidades de investimentos no setor de forma geral.

Pracownik, ex-sócio do Banco Pactual, com grande experiência no mercado financeiro já ocupou diversas Vice-Presidências do Flamengo, mas recentemente a de Finanças, participando diretamente do processo de turnaround do clube, será CEO da WIN. “A proposta da empresa é gerar impacto positivo em todo o ecossistema de esporte e entretenimento: atletas, produtores e donos de conteúdo, distribuidores, patrocinadores e consumidores finais”, explica.

Para a WIN, com o avanço das plataformas de streaming, os esportes e e-sports competem diretamente com outras formas de entretenimento, como séries, filmes, games e programas de televisão. “Hoje todos disputam o que os consumidores têm de mais valioso e escasso: seu tempo”, complementa Pracownik.

O segmento esportivo global movimenta US$ 750 bilhões anuais, segundo a consultoria Sports Value. Se ampliada para setores próximos do esporte, o volume ultrapassa os US$ 840 bilhões por ano. A expectativa de retomada do segmento, duramente impactado pela pandemia do coronavírus, somada à necessidade de profissionalização da gestão do setor no Brasil, abre grande oportunidade para o desenvolvimento de soluções inovadoras que criem novas receitas e negócios para o setor.

É dentro deste contexto que nasce a WIN, que já tem em seu pipeline operações de crédito, mandatos de compra e venda de clubes, projetos de reestruturação financeira e originação de novas receitas para grandes clubes de futebol e negócios envolvendo ativos digitais.

Integram a diretoria da WIN por parte do BTG Pactual: Juliana Roldan, associate partner do banco responsável pela área de contratos e Felipe Andreu, associate partner do banco integrante do Jurídico especializado em mercado de capitais e operações com criptoativos. Além de Rapoport, integram o conselho de administração da WIN Nandikesh Dixit, associate partner do jurídico do BTG especializado em crédito e operações internacionasi e Marcello Macedo, advogado especializado em recuperações judiciais e falências.

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