Omega.360 reúne personalidades do Brasil e do exterior para debater sustentabilidade do setor energético nacional

Evento se consolida como um dos principais fóruns para discutir o futuro da energia sustentável

Durante três dias personalidades do Brasil e do exterior discutiram soluções sustentáveis para o futuro do setor enérgico no Brasil em evento inédito que se consolidou como o principal fórum sobre o assunto. O encerramento do Omega.360 aconteceu nesta-quinta-feira (23) com a participação do engenheiro africano William Kamkwamba, que inspirou o filme “O menino que descobriu o vento”, da ginasta medalhista olímpica Rebeca Andrade e do empresário Ilson Mateus, fundador do Grupo Mateus, que abordaram o tema ‘Empreendedorismo de superação e o poder do inconformismo’, com apresentação da jornalista Rosana Jatobá. A iniciativa foi da Omega Energia, maior geradora brasileira de energia renovável.



“Queremos fazer uma provocação para acelerar as coisas e discutir experiências globais. O Brasil tem a energia mais barata e limpa do mundo, pois temos recursos naturais espetaculares. As termelétricas vão ficar prontas daqui a 7 anos, só que a necessidade é imediata com a crise hídrica. Temos tecnologia e capacidade de fabricação de equipamentos para atender toda a demanda energética em 1 ano, por isso acreditamos que é possível antecipar a abertura do mercado livre de energia antes de 2024. O nosso país pode ser líder global em energia 100% renovável e promover uma revolução energética que transforme a realidade e crie oportunidades para milhões de pessoas”, destaca Antônio Bastos, CEO da Omega Energia.



No último dia do evento, William Kamkwamba explicou como a energia renovável foi solução para grande parte da população do Malawi, país africano cuja principal atividade é a agricultura. “Produzíamos somente o necessário para alimentação e na época da estiagem praticamente não tinha o que comer. Com muita vontade e estudo por conta própria, consegui construir um moinho de vento, que passou a gerar energia para a iluminação em substituição ao querosene, além de trazer água para a lavoura. Passamos a produzir para alimentação e vender o excedente, melhorando nossa economia. Me anima muito saber que a Omega segue investindo em parques eólicos para a geração de energia limpa. Esse é o futuro”.



O empreendedorismo e a necessidade de inovar diante das dificuldades também foram destacados por Ilson Mateus, que foi de garimpeiro e dono de mercearia a proprietário do Grupo Mateus, uma das maiores marcas varejistas do Brasil. “Muitas vezes as próprias dificuldades mostram o caminho a ser seguido, como é o caso hoje da crise hídrica que aponta a energia renovável como solução. Temos que pensar também no que é melhor para o mundo e para nossos filhos, por isso já utilizamos energia limpa no nosso grupo através da parceria com a Omega. O segmento de varejo, que tem o consumo alto, deve seguir este caminho”.



Conforme Fabiana Polido, diretora comercial e trading da Omega, “Com geradores e desenvolvedores a Omega pode oferecer energia para clientes que têm novos projetos em construção e preço de mercado impactado pela crise hídrica. Com base nisso temos oferecido a opção de firmar contratos de longo prazo com uma tarifa fixa para todos os anos. Isso protege o consumidor dos impactos da alta dos preços no curto prazo e garante redução estrutural de custos com previsibilidade. Chegamos a atingir até 40% de economia no primeiro ano de suprimento e isso tem feito a diferença para muitos dos nossos clientes”, explica.



O evento contou ainda com a participação de outras personalidades, como o empreendedor do Vale do Silício Tony Seba, autor do bestseller “Clean Disruption of Energy and Transportation”; Luiz Barroso, presidente da PSR, que oferece soluções tecnológicas e serviços de consultoria técnica nos setores de energia elétrica e gás natural para clientes em mais de sessenta países; e o casal Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima, que discorreram sobre a importância do empreendedorismo sustentável. Também foi demonstrado como a industrialização pode trazer desenvolvimento econômico e social para as regiões nas quais os parques eólicos são instalados, de norte a sul do país.

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Por Máquina Cohn & Wolfe
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