Distrito expande mapeamento de startups da América Latina e lança ColombiaTech Report em parceria com KPMG

Levantamento inédito identificou 1.110 empresas, divididas em 26 segmentos; juntas, captaram mais de US$ 800 milhões no ano passado

Em meio à crise global e sanitária, surgiram desafios que exigiram a aceleração da transformação digital das empresas. Em resposta, as startups desenvolveram soluções para essas necessidades, contribuindo para a reativação econômica em países como a Colômbia. O estudo ColombiaTech Report identificou 1.110 startups que compõem o ecossistema de empreendedorismo colombiano em 26 setores diferentes. Em 2021, as empresas levantaram US$ 808 milhões em investimentos. O relatório é uma produção da KPMG em parceria com o Distrito, plataforma de inovação aberta e transformação digital brasileira, iNNpulsa Colombia, ANDI, CESA, Câmara de Comércio de Bogotá e Medellín Câmara de Comércio de Antioquia.

Com o levantamento, o Distrito, que já é referência no mapeamento do ecossistema de inovação brasileiro e já analisa dados de startups dos países da América Latina, expande seu universo de estudos para outros países da região, ainda carente de informações sobre o setor.
 

Para Gustavo Gierun, CEO do Distrito, um acompanhamento aprofundado do mercado de tecnologia é essencial para seu desenvolvimento. “Nossa base já alcança 35 mil startups na América Latina. É um levantamento único que permite encontrar, em uma única plataforma, centenas de soluções para um problema”, afirma Gierun. “Os países latinos têm necessidades parecidas. Então por que não nos ligarmos às iniciativas também dos nossos vizinhos? A velocidade das transformações tende a ser ainda maior”, completa.
 

O segmento com mais empresas é o de fintech, que corresponde a 15% de todas as startups colombianas (170 no total). Em seguida aparecem as martechs (101 companhias ou 9,1% do total), as deeptechs (94 empresas) e as retailtechs (92). Em todo o país, são mais de 25 mil colaboradores trabalhando com inovação. Conhecida dos brasileiros, a Rappi é responsável por 25% desse total. A startup é o primeiro unicórnio da Colômbia.

O relatório foi divulgado na última quinta-feira no evento “Grande Mapeamento do Ecossistema de Empreendedorismo e Inovação na Colômbia”, realizado na Câmara de Comércio de Bogotá. O encontro contou com a participação especial do Presidente da República, Sr. Iván Duque Márquez, que junto de Francisco Noguera, CEO da iNNpulsa, e Guillermo Jaramillo, presidente da KPMG na Colômbia, apresentaram ao país os destaques do estudo.
 

Especialistas e empresários presentes ressaltaram a relevância do empreendedorismo e de iniciativas inovadoras, e a importância do governo em exercer um papel estratégico como facilitador, criando medidas para o desenvolvimento das startups, como a Lei de Empreendedorismo, sandboxes regulatórias ou até mesmo programas de financiamento.

“O Brasil funciona como uma escala da América Latina para o ecossistema global. Com o amadurecimento do setor de inovação por aqui, contribuímos para que os outros países do continente ganhem mais destaque também. Nosso objetivo daqui para frente é conectar todo o mundo”, conclui Gierun.

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Por Ovo Comunicação
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