Dia da Mulher: líderes do setor de tecnologia e ciência de dados compartilham conquistas e desafios


Considerada uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, consultoria de inteligência e tecnologia de marketing analytics DP6 tem ações e metas de aumento da representatividade feminina.

Mesmo com o aumento do número de mulheres no setor de tecnologia nos últimos cinco anos, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), a maior parte do mercado ainda é ocupada por homens. Com meta de aumentar a representatividade feminina até o fim de 2022, a DP6, consultoria de inteligência e tecnologia de marketing analytics, conta, entre as diversas iniciativas, com programas de conscientização, de incentivo ao desenvolvimento de carreira e liderança e com abertura de vagas afirmativas para mulheres, por exemplo. Neste mês internacional da Mulher, as líderes da empresa, que tem o selo Great Place to Work desde 2012, compartilham as conquistas e relatam os desafios:

Luiza Shahini – diretora de Growth da DP6

Luiza Shahini (Crédito: DP6)

O que significa ocupar este cargo e trabalhar no setor de tecnologia? Para mim, é motivo de orgulho e, ao mesmo tempo, desafio diários. Eu amo isso, sei que trabalho com pessoas muito inteligentes e capacitadas e que me levam a ser uma pessoa e profissional melhor, sempre. Além disso, estou cercada de outras mulheres fortes, o que motiva muito.

Quais são os principais desafios e conquistas? Os desafios são muitos: metas de crescimento agressivas nos últimos 2 ano e em meio à pandemia, crescimento da equipe com contratações 100% remotas, mantendo a cultura da empresa presente e a conexão com o time e, no meio disso tudo, 6 meses fora para licença-maternidade. E as conquistas foram ter superado esses desafios trabalhando com tanta gente bacana e que te puxa para frente o tempo todo.

Fernanda Soares – psicóloga e gerente de DHO da DP6
 

Fernanda Soares (Crédito: DP6)

O que significa ocupar este cargo no setor de tecnologia? Ser líder de Recursos Humanos significa uma responsabilidade imensa, pois as minhas decisões impactam todos os colaboradores da empresa. Por isso, na minha posição, é muito importante escutar outras pessoas, tanto o que os colaboradores querem quanto as ideias e opinião do meu time e a opinião dos outros líderes da empresa. Se eu tomar qualquer decisão sem considerar os interesses e opiniões além da necessidade do negócio, a chance de errar é enorme. Ser líder no setor de tecnologia significa trabalhar com um público interno extremamente exigente, mas muito aberto a experimentar novas ideias, a errar rápido e a aprender rápido com o erro também, o que é muito bom.

Quais são os principais desafios e conquistas? A melhor coisa é trabalhar num ambiente colaborativo e de segurança psicológica, onde somos respeitadas por sermos quem somos. Temos as nossas ideias levadas em consideração, e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional respeitados. É ter autonomia e espaço para fazer as coisas de forma que a gente acredita ser a melhor e não ter medo de falar. Por exemplo: ‘essa semana semana estarei mais ausente porque meu filho está fazendo adaptação na escola’. Já a minha maior conquista foi ter montado uma área de RH estratégica, com foco no desenvolvimento e no bem-estar das pessoas e estar na lista das empresas Great Place to Work.

Fernanda Amaro — Gerente de CRM e Customer Data

O que significa trabalhar na área de tecnologia?É uma vitória. Para uma mulher, é mais longa a distância a ser percorrida até uma cadeira de liderança, de onde é possível se exercer certa influência na evolução do mercado e nas práticas de gestão e reconhecimento de pessoas. As batalhas de uma mulher buscando evolução na carreira são mais cansativas, e até o convite para almoço com colegas de equipe é motivo de preocupação. Os obstáculos são maiores e infinitamente mais numerosos, como a licença maternidade e atitudes machistas que são presenciadas diariamente. E no setor de tecnologia, um mercado tipicamente dominado por homens, esses efeitos acabam estando ainda mais presentes.

Fernanda Amaro (crédito: DP6)


Como você se sente no dia a dia profissional? Me sinto acolhida, como se a empresa lutasse ao meu lado para minar as diferenças presentes no mercado. Meu maior desafio, então, passa a ser voltado para o desenvolvimento de soluções que acompanhem a incessante evolução das tecnologias voltadas para dados e marketing. E é incrível me sentir livre para poder me dedicar a isso, e mais incrível ainda é poder influenciar as gerações que vem vindo aí, reforçando que “lugar de mulher é onde ela quiser”. A autonomia para estudar, decidir e gerir que encontro aqui, somada à qualidade de vida que consigo ter, ecoam essa liberdade de poder “ser quem sou”. E isso é, para mim, o maior indicador de sucesso que se pode obter.

Mônica Fukumoto – gerente de Consultoria da DP6

O que é ser mulher no setor de tecnologia? É muito gratificante e realizador poder ocupar e se sentir pertencente em um mercado e uma posição que ainda são majoritariamente masculinos, e isso faz com que cada vez mais você queira tornar comum a presença feminina, proporcionando acolhimento e pertencimento a todas as próximas que se juntam. Ao mesmo tempo, vem também um senso de responsabilidade de conseguir deixar claro o quanto a representatividade realmente importa e proporciona que tantas mulheres possam se enxergar verdadeiramente pertencentes, igualmente capazes e no direito de almejarem e ocuparem qualquer posição em qualquer mercado.

Mônica Fukumoto (Crédito: DP6)

E os principais desafios e conquistas? Sendo uma consultoria, é parte do nosso dia a dia lidar com cenário e realidades diferentes das companhias, e por mais que muita coisa já tenha evoluído, e mudanças tenham sido promovidas, ainda é um desafio e um processo se sentir na necessidade de provar que você tem a expertise necessária desde os primeiros minutos de interação — ainda mais sendo quem lidera o time de consultoria, que é o contato mais direto com clientes e prospects. Ao mesmo tempo, uma das minhas maiores realizações é poder apoiar na construção de um time de liderança mais equilibrado entre homens e mulheres, incentivando, apoiando e mentorando mulheres que cresceram na DP6 ou que vêm do mercado e hoje exercem um papel essencial de liderança. Percebemos claramente que ainda existe um caminho e uma trilha de evolução em que podem seguir e que existe sim espaço para todas nós.

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