Apps se tornam o principal canal para operações bancárias para mais jovens, diz pesquisa da Mambu

Uma nova pesquisa global da Mambu, empresa líder em tecnologia bancária na nuvem, indica que os aplicativos são o principal meio para realizar operações bancárias entre os mais jovens. Três a cada quatro brasileiros com idade entre 18 e 35 anos priorizam os aplicativos quando precisam usar um serviço financeiro. O percentual é maior entre os que usam um banco digital como sua principal instituição financeira, alcançando 81%, enquanto entre os clientes dos bancos tradicionais o número cai para 68%.

Depois dos aplicativos, 30% dos usuários de bancos tradicionais preferem ir presencialmente a uma agência para realizar operações bancárias e 2% usam plataformas online com o mesmo objetivo. Entre os adeptos dos bancos digitais, 9% usam plataformas online, 5% vão presencialmente a uma agência bancária, 3% fazem uma chamada telefônica com um representante do banco e os 2% restantes assinalaram a opção “outros”.

Os respondentes que preferem aplicativos listaram a rapidez (65%) como o principal motivo para priorizá-los, seguido pela facilidade de uso (30%) e segurança (5%). Entre os que preferem ir às agências bancárias, o principal motivador é a segurança (47%), depois a facilidade (24%), a impossibilidade de fazer tudo no aplicativo (15%), a falta de opções nos serviços digitais (9%), a dificuldade de usar a plataforma digital (3%) e a impossibilidade de fazer tudo no site do banco (3%).

Os serviços mais usados nos aplicativos são as verificações de depósitos na conta (opção assinalada todos os respondentes), seguido por recarregar o celular (96%), conferir os dados da conta (83%), uso de carteiras digitais (83%) e serviços de banco online em geral (83%), enquanto o menos usado é o saque e depósito presencial, marcado por 35% — este, aliás, é o serviço mais utilizado nas agências bancárias, assinalado por 60% dos respondentes.

Em geral, os aplicativos são bem avaliados nos bancos: 77% estão satisfeitos com o serviço. Nos bancos digitais, porém, a aprovação é maior, de 85%, contra 71% nos bancos tradicionais.

“Em uma década, vimos uma mudança completa do comportamento do consumidor de serviços financeiros. A ida a uma agência bancária se torna cada vez menos necessária, embora ainda associada a um maior sentimento de segurança. Por outro lado, os aplicativos definitivamente despontaram como o principal meio para fazer operações bancárias. Isso se deu pela popularização dos smartphones e o grande número de linhas celulares que temos no Brasil. A partir de agora, a tendência é que tanto os bancos digitais quanto os tradicionais continuem investindo em tecnologia e digitalização para promover interfaces intuitivas e ágeis em seus aplicativos, melhorando esse serviço ao longo dos próximos meses — e o popularizando ainda mais” analisa Sergio Costantini, diretor-geral da Mambu no Brasil.

A pesquisa The State of Young Adult Banking in the Region, da Mambu, entrevistou 1.250 pessoas entre 18 e 35 anos em seis países da América Latina, incluindo 222 brasileiros, com base em levantamentos realizados em meados de 2021. É a primeira de uma série de quatro publicações. O relatório completo pode ser acessado neste link.

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Por Jeffrey Group Comunicação
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