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Seminário discute papel de bancos de desenvolvimento na agenda de sustentabilidade

Evento promovido pelo Desenvolve SP em parceria com a Fiesp recebeu instituições multilaterais e debate transição das economias para Agenda 2030

O Desenvolve SP — agência de fomento do Estado de São Paulo — e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), promoveram na manhã desta quarta-feira (29), na sede da federação, no Centro de São Paulo, um encontro multilateral online voltado para o papel desse tipo de suporte em um novo cenário econômico no qual a articulação entre setor privado, governo e sociedade civil emerge como condição fundamental para que sejam alcançados os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pela Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).

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Evento promovido pelo Desenvolve SP em parceria com a Fiesp – Foto Divulgação

O seminário “O Papel dos Bancos de Desenvolvimento na Agenda da Sustentabilidade” foi transmitido pelo canal do YouTube da Fiesp e contou com a participação do governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, do presidente da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Rémy Rioux, do presidente do Banco de Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata), Juan Notaro, além do presidente da Fiesp, Josué Gomes, e do Desenvolve SP, Sergio Suchodolski, que liderou a mesa.

“Estar nessa abertura dessa discussão é uma satisfação, ver a sintonia do Estado com o meio ambiente é algo fundamental para o nosso futuro. Buscar a sustentabilidade na prática é também ver o resultado do crescimento econômico e São Paulo é um grande exemplo dessas ações em todo o Brasil”, declarou o governador Rodrigo Garcia, antes de passar a palavra ao presidente Sergio Suchodolski. “Os esforços que empreendemos nesse momento em torno dos ODS serão decisivos para as próximas gerações”, avaliou. “Precisamos financiar um novo modelo de indústria em nosso estado e estamos orientando os nossos esforços. O Desenvolve SP é um banco de última milha e com novos modelos de negócio ajudamos a concretizar tais investimentos”, acrescentou Suchodolski.

Participaram da mesa Izabella Teixeira, conselheira emérita do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri) e ex-ministra do Meio Ambiente; Maria Netto, chefe de mercados e instituições financeiras do New Development Bank (NDB), o Banco dos Brics e de Luciano Coutinho, ex-presidente do BNDES e presidente do conselho superior da micro, pequena e média indústria da Fiesp.

Rémy Rioux destacou a parceria com o Desenvolve SP e descreveu a atuação da AFD como organismo multilateral com papel histórico, discutindo o papel das instituições financeiras de desenvolvimento internacionais na oferta de capital para o fomento de uma economia mais produtiva, menos carbono intensiva e mais inclusiva. “O setor privado pode contar com os bancos públicos de desenvolvimento para entender a mensagem proposta e que possam nos procurar para soluções de ajuda mútua, inclusive com projetos pelo Brasil, voltados a sustentabilidade e crescimento empresarial”, destacou Rioux.

Já o presidente do Fonplata salientou a importância de os países da América Latina precisarem pensar em estratégias unificadas de suporte às suas indústrias. “Precisamos trabalhar em todos os segmentos, principalmente junto às pequenas indústrias em regiões de fronteira para que possamos atendê-las como um todo, gerando infraestrutura necessária e investimentos através dos bancos” disse Juan Notaro.

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