Recentes
NOAA emite vigilância para tempestade geomagnética G1 em outubro• INMET aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026• JBS abre mais de 40 vagas de estágio para 2027 em 33 unidades• Google passa a medir presença de sites em respostas de IA• PAGOS reúne setor de pagamentos para debater novos rumos• Perfume nacional ganha destaque nas redes sociais• Milvus faz as contas: Service Desk em dólar pesa no bolso• Red Bull e realme levam gaming mobile às universidades• Imóvel no Paraguai pode render US$ 10 mil a corretor• Tecnologia extrapola área de TI e desafia empresas• NOAA emite vigilância para tempestade geomagnética G1 em outubro• INMET aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026• JBS abre mais de 40 vagas de estágio para 2027 em 33 unidades• Google passa a medir presença de sites em respostas de IA• PAGOS reúne setor de pagamentos para debater novos rumos• Perfume nacional ganha destaque nas redes sociais• Milvus faz as contas: Service Desk em dólar pesa no bolso• Red Bull e realme levam gaming mobile às universidades• Imóvel no Paraguai pode render US$ 10 mil a corretor• Tecnologia extrapola área de TI e desafia empresas• NOAA emite vigilância para tempestade geomagnética G1 em outubro• INMET aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026• JBS abre mais de 40 vagas de estágio para 2027 em 33 unidades• Google passa a medir presença de sites em respostas de IA• PAGOS reúne setor de pagamentos para debater novos rumos• Perfume nacional ganha destaque nas redes sociais• Milvus faz as contas: Service Desk em dólar pesa no bolso• Red Bull e realme levam gaming mobile às universidades• Imóvel no Paraguai pode render US$ 10 mil a corretor• Tecnologia extrapola área de TI e desafia empresas• NOAA emite vigilância para tempestade geomagnética G1 em outubro• INMET aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026• JBS abre mais de 40 vagas de estágio para 2027 em 33 unidades• Google passa a medir presença de sites em respostas de IA• PAGOS reúne setor de pagamentos para debater novos rumos• Perfume nacional ganha destaque nas redes sociais• Milvus faz as contas: Service Desk em dólar pesa no bolso• Red Bull e realme levam gaming mobile às universidades• Imóvel no Paraguai pode render US$ 10 mil a corretor• Tecnologia extrapola área de TI e desafia empresas•
Brazil Business News

Associação Brasileira de Bancos projeta queda de 0,50 p.p. na taxa de juros na próxima reunião do Copom

Publicado em 31/10/2023 • 10:40 | Atualizado em 17/11/2023 • 14:39

Ouvir materia voz de IA no navegador

Como não houve modificações substanciais no balanço de riscos em relação à última reunião, a ABBC – Associação Brasileira de Bancos entende que o processo de flexibilização monetária sinalizado pelo Copom tem plenas condições de ser cumprido, com uma nova queda de -0,50 p.p. na taxa Selic.
 

Contudo, Everton Gonçalves, superintendente da Assessoria Econômica da ABBC, alerta que “o movimento de alta nas taxas longas nos EUA, por conta das preocupações com o elevado déficit público conjugado à perspectiva de um maior período com os juros básicos elevados, deve sustentar o dólar em patamar elevado no mercado de câmbio internacional. Consequentemente, há uma deterioração na aversão ao risco que gera pressão nos preços dos ativos de países emergentes que, em última instância, poderá comprometer a velocidade do processo de desinflação e, por sua vez, impor limites para a redução da taxa básica de juros.”
 

Há tempos, a taxa de juros ex-ante, calculada pelo desconto da inflação esperada para os próximos 12 meses da taxa do swap prefixado de 360 dias, ainda tem oscilado em nível restritivo, próximo de 7,0% a.a., bem acima dos 4,5% a.a. do que é considerado como neutro pelo Banco Central.

Adicionalmente, os indicadores domésticos recentes de atividade mostraram sinais de desaceleração, sobretudo no setor de serviços, que reduzem as pressões relativas ao hiato do produto. “Ainda, a moderação nos ganhos nos indicadores relativos ao mercado de trabalho favoreceria uma dinâmica benigna para a inflação, que vem sendo corroborada nas principais medidas de núcleo e de inflação subjacente”, finaliza Gonçalves.
 

Publicidade

Por fim, de forma a orientar a evolução da política monetária, Gonçalves destaca que seria importante que em sua comunicação, o Banco Central transmitisse o seu entendimento dos reflexos da deterioração na aversão ao risco, provocada pelo forte aumento nas taxas longas de juros nos EUA e pelo Conflito no Oriente Médio, no que tange à convergência da inflação às metas e, consequentemente, no ritmo de ajustes futuros na taxa Selic.

Este conteúdo de divulgação foi fornecido
Por APPROACH
e não é de responsabilidade de revistaempreende.com.br