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Com mais de 18 mil nano-empréstimos concedidos, CloQ simplifica acesso ao crédito e auxilia brasileiros a construírem histórico positivo

Rafa Cavalcanti, cofundadora e CEO da CloQ. Crédito da imagem: Luciano Alves

Fintech já movimentou mais de R$ 4 milhões, com empréstimos para mais de 7 mil clientes

Fintech de impacto social que auxilia brasileiros a construírem um histórico de crédito positivo, seguro e inclusivo por meio do nano-crédito, a CloQ desenvolve análise de crédito inclusiva, independente de renda ou do score tradicional, simplificando o acesso para quem mais precisa. Operando desde 2020 em modo Beta, a empresa já concedeu 18 mil nano-empréstimos, com valores entre R$100 e R$500, para mais de 7,500 clientes, movimentando mais de R$ 4 milhões.

“A CloQ nasceu a partir de uma experiência própria. Vivi de perto o peso de não ter acesso a essa ferramenta em momentos críticos. E, por isso, hoje a nossa missão é oferecer uma solução com alternativas justas e seguras para quem historicamente tem sido excluído do sistema financeiro”, explica a pernambucana Rafa Cavalcanti, fundadora e CEO da fintech, que presenciou as dificuldades enfrentadas por sua mãe, uma empreendedora que teve que recorrer a agiotas após enfrentar problemas financeiros e a dificuldade do acesso ao crédito.

A CloQ se diferencia por um algoritmo de inteligência artificial que analisa milhares de alternativos, desde informações cadastrais até padrões de uso do aplicativo. Desde o início da operação, a empresa investiu continuamente no aperfeiçoamento de sua tecnologia para reduzir a inadimplência, que começou em 40% durante a fase alpha e atualmente está em torno de 9% em beta, índice muito competitivo em comparação aos grandes bancos.

Com operação 100% digital, a empresa utiliza um aplicativo, disponível para Android, como porta de entrada para seus clientes. O processo de análise pode levar alguns dias, período necessário para o algoritmo avaliar dados de comportamento do usuário, cruzando informações públicas e dados fornecidos diretamente pelo cliente. O primeiro empréstimo é limitado a R$ 150, como uma medida de segurança para avaliar o comportamento de pagamento. Caso o histórico seja positivo, os valores podem aumentar, chegando a R$ 500, com opções de pagamento a partir de 2 parcelas.

“Nossas soluções não se limitam em apenas oferecer crédito, mas sim a criar um caminho para que as pessoas construam um histórico financeiro positivo, incentivando um comportamento mais consciente e comprometido dos nossos clientes com os pagamentos”, afirma Rafa Cavalcanti.

Os propósitos da fintech chamaram atenção e fizeram conquistar importantes parceiros, como o Village Capital, o Sustainable Development Solutions Network, o programa Google for Startups Startup Advisor; e também conquistaram o importante espaço de estarem no banco de dados online da ONU de boas práticas dos ODS. Ademais, conquistou espaço em todo o território nacional.

Para 2025, a CloQ planeja expandir sua base de usuários para 250 mil, dobrar as operações de nano-crédito, sem comprometer a inadimplência, e consolidar seu papel como facilitadora do acesso ao crédito consciente no Brasil. Ainda para 2025, a CloQ planeja adicionar outros produtos financeiros em seu app, via parcerias que impulsionam o impacto social da startup. “Queremos ser uma passagem para que as pessoas construam um histórico financeiro positivo e, assim, tenham mais oportunidades em todo o mercado financeiro”, conclui a CEO da CloQ.

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