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De olho em um mercado de US$105 bi: Kanna Coin, startup brasileira une criptomoeda a cannabis

person holding green canabis

Compensar emissão de carbono por meio da compra de créditos de Cânhamo é aposta da Kanna, cujo Token terá um lastro no impacto gerado pelas plantações de cannabis

De olho em um mercado que deve chegar a US$ 105 bilhões até 2026, de acordo com estudo de 2021 da Prohibition Partners, Luis Quintanilha, ex-CMO da Gama Academy criou a Kanna, empresa pioneira em unir o mercado promissor do cânhamo com a tecnologia blockchain (banco de dados descentralizado que permite o compartilhamento transparente e imutável de informações). O Cânhamo, planta da família da Cannabis que contém no máximo 0,3% de tetrahidrocanabinol (THC), princípio ativo que causa efeitos psicoativos, comparado aos até 30% de THC encontrados na Maconha, é considerada por especialistas como a planta do futuro.

Isso porque a planta absorve mais CO2 por hectare do que qualquer outra cultura conhecida, com suas estopas podendo ser usadas na produção de papel, diminuindo o também o desmatamento de árvores. “Nosso objetivo enquanto empresa com ESG no centro operação, é aliar o impacto ambiental (E) e socioeconômico (S) do cânhamo, com a transparência e Governança da Blockchain (G), sendo uma alternativa para pessoas que querem atuar para a mudança climática”, explica Luis Quintanilha, CEO da Kanna.

Ações cotidianas e essenciais para o ser humano como tomar banho, cozinhar e deslocar-se para o trabalho representam, ao final de um ano, 1,6 tonelada de CO2 liberados na atmosfera, por uma única pessoa, segundo a ONG Iniciativa Verde. Uma pesquisa encomendada pelo Observatório do Clima e Greenpeace Brasil apontou que 95% dos brasileiros se preocupam com as mudanças do clima e estão dispostos a pagar mais por produtos sustentáveis. Além da exploração do potencial comercial da cannabis, a Kanna une o mercado de criptomoedas, atualmente estimado em US$ 1 trilhão, de acordo com dados do CoinMarketCap, e o de ESG, que movimenta cerca de US$ 30 trilhões atualmente, segundo levantamento da Bloomberg Professional Services.

Para alcançar os objetivos, a Flexible DAO (Organização Autônoma Descentralizada) atraiu outros importantes nomes do mercado. Entre eles, a Sócia & COO Natália Garcia, ex-diretora de riscos da FoxBit; Gastón Lepera, consultor internacional em assuntos regulatórios da Cannabis na América Latina e pioneiro na regulamentação da Cannabis no Uruguai; Emílio Figueiredo e Ricardo Nemer, advogados expoentes da Cannabis Law no Brasil e fundadores da Rede Jurídica pela Reforma da Política de Drogas, a Sinapse Social, o Sócio & Web3 Advisor da Kanna Robson Harada, CMO do Mercado Bitcoin e o Embaixador ESG Marcelo Rocha, Conselheiro do Greenpeace Brasil e integrante do Comitê do Movimento Ambição Net Zero do Pacto Global da ONU.

Segundo Luis, por meio do cripto ativo KNN, a Kanna irá promover impacto ambiental através do beneficiamento de solos e remoção de CO2 e melhora da economia local através da geração de empregos na região e também do investimento em comunidades. “Nossa expectativa é que até o fim de 2026 a Kanna tenha regenerado cerca de 150 Hectares de solo e removido milhares de toneladas de CO2 da atmosfera, atuando em regiões vulneráveis com solo degradado e baixo IDH”, completa Quintanilha.

Este conteúdo de divulgação foi fornecido
Por Scalepress
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