Recentes
Nubank inaugura escritório de 5.500 m² no Rio de Janeiro e amplia operação no Brasil Dolby reúne especialistas da Globo, SBT e Blackmagic Design para debater o futuro da produção audiovisual na SET Expo 2026 Zurich abre 22 vagas para Programa de Estágio 2027 em São Paulo 11,4 mil vagas de emprego em São Paulo estão disponíveis nos PATs Prevenção pode evitar impacto do El Niño em condomínios ABB lança inversores para ambientes extremos AUTOP 2026 deve gerar mais de meio bilhão em negócios LinkISP 2026 movimenta setor de Telecom em 27 e 28 de agosto Tecnologia amplia transparência no mercado funerário Voepass: relatório aponta alertas antes da queda Nubank inaugura escritório de 5.500 m² no Rio de Janeiro e amplia operação no Brasil Dolby reúne especialistas da Globo, SBT e Blackmagic Design para debater o futuro da produção audiovisual na SET Expo 2026 Zurich abre 22 vagas para Programa de Estágio 2027 em São Paulo 11,4 mil vagas de emprego em São Paulo estão disponíveis nos PATs Prevenção pode evitar impacto do El Niño em condomínios ABB lança inversores para ambientes extremos AUTOP 2026 deve gerar mais de meio bilhão em negócios LinkISP 2026 movimenta setor de Telecom em 27 e 28 de agosto Tecnologia amplia transparência no mercado funerário Voepass: relatório aponta alertas antes da queda Nubank inaugura escritório de 5.500 m² no Rio de Janeiro e amplia operação no Brasil Dolby reúne especialistas da Globo, SBT e Blackmagic Design para debater o futuro da produção audiovisual na SET Expo 2026 Zurich abre 22 vagas para Programa de Estágio 2027 em São Paulo 11,4 mil vagas de emprego em São Paulo estão disponíveis nos PATs Prevenção pode evitar impacto do El Niño em condomínios ABB lança inversores para ambientes extremos AUTOP 2026 deve gerar mais de meio bilhão em negócios LinkISP 2026 movimenta setor de Telecom em 27 e 28 de agosto Tecnologia amplia transparência no mercado funerário Voepass: relatório aponta alertas antes da queda Nubank inaugura escritório de 5.500 m² no Rio de Janeiro e amplia operação no Brasil Dolby reúne especialistas da Globo, SBT e Blackmagic Design para debater o futuro da produção audiovisual na SET Expo 2026 Zurich abre 22 vagas para Programa de Estágio 2027 em São Paulo 11,4 mil vagas de emprego em São Paulo estão disponíveis nos PATs Prevenção pode evitar impacto do El Niño em condomínios ABB lança inversores para ambientes extremos AUTOP 2026 deve gerar mais de meio bilhão em negócios LinkISP 2026 movimenta setor de Telecom em 27 e 28 de agosto Tecnologia amplia transparência no mercado funerário Voepass: relatório aponta alertas antes da queda
Agro, Energia e Petróleo

Etanol de milho cresce 18 vezes em sete anos e consolida nova matriz energética no agro brasileiro

08/05/2025 • 16:53

Etanol de milho cresce 18 vezes em sete anos e consolida nova matriz energética no agro brasileiro
Ouvir materia voz de IA no navegador

Com margens operacionais robustas e avanço para novos estados, modelo atrai investimentos e fortalece papel estratégico do milho na transição energética

O milho deixou de ser apenas insumo para ração animal ou produto de exportação. Agora, também é combustível. O etanol de milho vem se consolidando como uma alternativa sustentável, rentável e estratégica para o abastecimento energético do Brasil. Com crescimento exponencial — 18 vezes (1.700%) em sete anos —, o setor já consome mais de 17 milhões de toneladas do grão, e a projeção é que esse volume ultrapasse 22 milhões até 2026.

A expansão desse mercado representa uma reconfiguração estrutural no destino do milho no Brasil. Mais do que fornecer energia limpa, o modelo industrial do etanol de milho permite operação contínua durante a entressafra da cana, gera co-produtos de alto valor nutricional (como DDG e óleo de milho), e apresenta margens operacionais de até 30%, mesmo em cenários de oscilação do preço do cereal. O retorno sobre o investimento (TIR) de projetos maduros gira em torno de 15% ao ano.

“A indústria do etanol de milho oferece um equilíbrio raro entre sustentabilidade e retorno financeiro. Estamos falando de um modelo que transforma excedente agrícola em energia limpa, gera co produtos de alto valor e movimenta cadeias produtivas inteiras com eficiência e larga escala”, afirma Felipe Jordy, gerente de inteligência e estratégia da Biond Agro.

Diversificação da matriz nacional

Publicidade

O uso do milho como fonte energética contribui diretamente para a segurança energética nacional. Ao atender a demanda crescente por combustíveis renováveis, o etanol de milho reduz a dependência de fontes fósseis e complementa a produção de cana-de-açúcar, principalmente durante a entressafra. 

“O milho passa a ser protagonista na nova matriz energética brasileira. Essa versatilidade aumenta a resiliência das usinas e fortalece o suprimento doméstico, reduzindo impactos ambientais e permitindo ao agro participar ativamente da transição energética que o mundo exige”, reforça Jordy.

Embora o Mato Grosso ainda concentre a maior parte da produção — com mais de 16 milhões de toneladas de capacidade previstas para 2026 —, o setor avança para novas regiões. Estados como Paraná, Bahia e Santa Catarina estão entrando no radar, promovendo a interiorização e diversificação da produção de etanol de milho no país.

“Estamos diante de uma grande transformação, que posiciona o Brasil como protagonista da bioenergia no mundo. O etanol de milho não é apenas uma tendência – é um caminho sólido para integrar competitividade, sustentabilidade e independência energética no agronegócio brasileiro”, conclui Jordy.

Leia aqui mais notícias sobre negócios