Recentes
TickZap leva bilheteria ao WhatsApp e testa modelo em eventos de até 800 pessoas• Cemig busca startups para solucionar 13 desafios reais do setor elétrico• ANTT marca para novembro transferência de controle da Via Brasil BR-163• Petrobras supera R$ 700 bilhões em valor de mercado após descoberta no Amapá• Banco Central inicia rolagem de swaps cambiais com vencimento em novembro• Centros de distribuição ganham protagonismo no e-commerce• Satélite redesenha rastreamento em 80% do Brasil• BRIV expande portfólio para 17 produtos em seis meses• EcoPay mede reputação ambiental com base em documentos• Itajubá recebe MKT Experience com foco em vendas digitais• TickZap leva bilheteria ao WhatsApp e testa modelo em eventos de até 800 pessoas• Cemig busca startups para solucionar 13 desafios reais do setor elétrico• ANTT marca para novembro transferência de controle da Via Brasil BR-163• Petrobras supera R$ 700 bilhões em valor de mercado após descoberta no Amapá• Banco Central inicia rolagem de swaps cambiais com vencimento em novembro• Centros de distribuição ganham protagonismo no e-commerce• Satélite redesenha rastreamento em 80% do Brasil• BRIV expande portfólio para 17 produtos em seis meses• EcoPay mede reputação ambiental com base em documentos• Itajubá recebe MKT Experience com foco em vendas digitais• TickZap leva bilheteria ao WhatsApp e testa modelo em eventos de até 800 pessoas• Cemig busca startups para solucionar 13 desafios reais do setor elétrico• ANTT marca para novembro transferência de controle da Via Brasil BR-163• Petrobras supera R$ 700 bilhões em valor de mercado após descoberta no Amapá• Banco Central inicia rolagem de swaps cambiais com vencimento em novembro• Centros de distribuição ganham protagonismo no e-commerce• Satélite redesenha rastreamento em 80% do Brasil• BRIV expande portfólio para 17 produtos em seis meses• EcoPay mede reputação ambiental com base em documentos• Itajubá recebe MKT Experience com foco em vendas digitais• TickZap leva bilheteria ao WhatsApp e testa modelo em eventos de até 800 pessoas• Cemig busca startups para solucionar 13 desafios reais do setor elétrico• ANTT marca para novembro transferência de controle da Via Brasil BR-163• Petrobras supera R$ 700 bilhões em valor de mercado após descoberta no Amapá• Banco Central inicia rolagem de swaps cambiais com vencimento em novembro• Centros de distribuição ganham protagonismo no e-commerce• Satélite redesenha rastreamento em 80% do Brasil• BRIV expande portfólio para 17 produtos em seis meses• EcoPay mede reputação ambiental com base em documentos• Itajubá recebe MKT Experience com foco em vendas digitais•
Carreira

Impactos contra pessoas se tornam a principal causa de acidentes de trabalho

12/08/2025 • 11:24

Ouvir materia voz de IA no navegador

Os impactos contra pessoas e objetos se tornaram a principal causa de acidentes de trabalho no Brasil nos últimos dois anos. Os dados são do Observatório de Segurança e Saúde do Trabalho (Smartlab), uma iniciativa conjunta do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil.

Com 261 mil registros, os acidentes provocados por impactos contra pessoas e objetos passaram a representar 15,5% do total entre 2022 e 2024, ultrapassando os casos envolvendo máquinas e equipamentos, que contabilizaram 160.874 casos (9,53%) no mesmo período.

Os números atuais do Smartlab mostram uma mudança na tendência histórica observada entre 2012 e 2021, quando os acidentes com máquinas e equipamentos lideravam o ranking de causas notificadas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo as comunicações de acidentes de trabalho (CAT), enviadas ao INSS, os impactos contra pessoas e objetos englobam situações de contato físico entre uma pessoa e um objeto, seja este móvel ou fixo.

Também aparecem com destaque no levantamento mais recente os acidentes com veículos de transporte, que somaram mais de 144 mil ocorrências (8,55% do total). “Isso significa que as principais causas de acidentes de trabalho no Brasil estão presentes em operações logísticas, o que demanda medidas preventivas urgentes no setor”, alerta Afonso Moreira, CEO da AHM Solution, empresa especializada em gestão de riscos e perdas na cadeia de suprimentos.

Publicidade

Ele destaca que os riscos de acidente são ainda mais elevados em operações em que máquinas e pedestres transitam pelo mesmo ambiente, como em armazéns, pátios e centros de distribuição.

Uma das tecnologias utilizadas para prevenir acidentes nessas situações é o sistema HIT-NOT. Desenvolvido por um ex-engenheiro da NASA, com tecnologia de campo magnético, o dispositivo cria uma zona de alerta invisível ao redor de máquinas e veículos como empilhadeiras. Sempre que um trabalhador entra nessa zona de risco — com um raio de até 30 metros —, o sistema emite alertas sonoros, visuais e de vibração, tanto para o operador da máquina quanto para o pedestre. Isso permite a prevenção de colisões em tempo real, mesmo em locais com pouca visibilidade, grande ruído ou movimentação intensa.

“A prevenção de acidentes não é apenas uma questão de segurança, mas também de economia e produtividade”, afirma Afonso Moreira. “Tecnologias como o HIT-NOT reduzem drasticamente os custos com afastamentos e indenizações, além de permitirem que as máquinas operem com mais liberdade, sem comprometer a integridade dos trabalhadores”, completa.

Segundo ele, a mudança no perfil dos acidentes de trabalho exige atenção redobrada de empresas e gestores. “Soluções inovadoras apontam o caminho para ambientes mais seguros e eficientes”, conclui.

Mais informações: https://www.ahmsolution.com.br/