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Mulheres lideram na gestão financeira das empresas: a participação feminina em posições de CFO subiu de 13% para 18% em 2024, aponta pesquisa 

Mulheres lideram na gestão financeira das empresas: a participação feminina em posições de CFO subiu de 13% para 18% em 2024, aponta pesquisa

62% das empreendedoras priorizam a manutenção de uma gestão financeira saudável como estratégia central para o crescimento de seus negócios, de acordo com o Serasa Experian

Histórias inspiradoras de mulheres que estão transformando o mundo dos negócios são cada vez mais comuns. Ao ocuparem posições estratégicas, elas não apenas rompem barreiras históricas, mas também redefinem padrões, comprovando que a liderança feminina é sinônimo de inovação, resiliência e eficiência. Cada passo dado por essas líderes inspira novas gerações e reafirma o valor da diversidade como motor de transformação nas organizações.
 

No Brasil, o crescimento da presença de mulheres em cargos de liderança financeira tem se tornado um marco de mudança cultural e econômica. Em 2024, a participação feminina em posições de CFO (Serviço de Diretor Financeiro) subiu de 13% para 18%, segundo dados da consultoria Deloitte.
 

A gestão financeira é um dos pilares mais críticos para a saúde das empresas, e as mulheres têm se destacado nessa área, liderando com foco em sustentabilidade econômica e visão de longo prazo. Uma pesquisa recente da Serasa Experian revelou que 62% das empreendedoras priorizam a manutenção de uma gestão financeira saudável como estratégia central para o crescimento de seus negócios. Esse dado evidencia a capacidade das mulheres de alinhar eficiência e responsabilidade na tomada de decisões estratégicas.
 

Fernando Rebello, CEO da Allotter Finanças, empresa que presta consultoria para marcas como Sorridents, destaca a importância desse movimento: “A liderança feminina na gestão financeira traz um olhar diferenciado, que combina análise rigorosa com um senso de propósito. Empresas lideradas por mulheres tendem a apresentar maior estabilidade financeira e adaptabilidade em tempos de crise, uma transformação que beneficia o mercado como um todo.”
 

Joanna Puchala, franqueadora da rede Sorridents, cliente dos serviços de CFO da Allotter Finanças, conta como deu início à sua carreira empreendedora.

“Me formei em Odontologia pela UNICAMP em Janeiro de 2007 e no mesmo mês já comecei a trabalhar para dois colegas, no consultório de um e na clínica franqueada de outro. Logo virei o braço direito de um deles, o que me exigiu não só dedicação à rotina clínica, mas administrativa também. O empreendedorismo ali se apresentou então para mim e mostrou-se ser fascinante com seus padrões livres, inconstantes e desafiadores, necessidade de visão e pensamento fora da caixa, que exigiam não apenas disposição, mas resiliência, ousadia, voz de comando e acima de tudo, ação. Tudo que em mim transbordava! De quebra, ainda, aparentemente, seguindo a “receita do bolo” ganhava-se muito dinheiro! Me apaixonei! Tracei então um plano de ação para conquistar um negócio para chamar de meu e na primeira oportunidade que tive, mergulhei de cabeça e adquiri minha primeira empresa em 2013. Uma unidade de franquia de clínicas odontológicas. Dessa unidade, vieram outras e cá estou empreendendo até hoje”, conta Joanna.

Joanna afirma que a maternidade foi um dos maiores desafios que teve de enfrentar na carreira de empreendedora. “Os desafios são, até hoje, incontáveis. Mas alguns foram mais marcantes para mim. A maternidade. Sem sombra de dúvidas, foi o maior deles. Inaugurei minha primeira clínica com um espaço especialmente planejado por mim, para acolher meus dois filhos ainda bebês e a babá, pensando que assim conseguisse conciliar minhas jornadas de mãe e empresária. Sem que precisasse escolher entre um ou outro. Com o tempo percebi que o idealizado por mim era impossível e que abdicar de tempo com meus filhos em favor da empresa, era uma escolha sofrida, mas inevitável. Por mais que estejamos à frente, ocupando um cargo de liderança, ninguém faz, nem alcança nada sozinho. A palavra líder traz consigo um time nas entrelinhas. Sócios, parceiros, colaboradores, entre outros, são fundamentais para o sucesso do negócio, desde que saibamos escolhê-los, treiná-los e motivá-los. Escolham com sabedoria!”.

Quando procurou apoio da Allotter Finanças para administrar as finanças da empresa:

Joanna conta que por não conhecer o universo da economia e administração, o início da carreira como empreendedora apresentou suas dificuldades, mas conseguiu driblar essas dificuldades com a ajuda da Allotter e o serviço de ‘CFO as service’. “Como me formei em odontologia, não em economia, nem em administração de empresas. Foi um grande divisor de águas entender que há um abismo entre gerir o caixa e SABER gerir o caixa. A gente acha que sabe! Que é conta de padaria! Mas a verdade é que sem uma eficiente gestão financeira, não há empresa que se sustente. Entre as entradas e saídas de uma empresa há uma infinidade de deltas, oportunidades e armadilhas! Caí em todas elas. Tive então que mais uma vez aceitar minha limitação, enquanto dentista, e entender que ali havia um desafio que não dependia de minha força de vontade e disposição, mas formação e experiência. A oportunidade da Allotter, como “CFO as a service”, caiu no meu colo e não poderia ter vindo em melhor hora. Hoje eu trabalho em paz sabendo que ela me acompanha em cada decisão financeira, visando sempre a saúde e sucesso meus e de meus negócios.”, conta ela.

“Minha parceria com a Alloter vai além do tempo de sua fundação. Como amiga há 24 anos, de um dos fundadores e CEO da empresa, Fernando Rebello, acompanhei sua trajetória e sei de sua expertise em administração de empresas e mercado financeiro. Ao compartilhar comigo da iniciativa, consolidação e propósito da Allotter, junto com seu sócio Gustavo Passos, outro fera quando o assunto é finanças, não tive dúvidas quanto à parceria. Me tornei cliente na hora!”, detalha Joanna.
 

A presença crescente das mulheres em cargos de gestão financeira não é apenas uma conquista individual, mas também um avanço coletivo. Ela reflete um ambiente corporativo que, embora ainda precise evoluir, está se tornando mais diverso e inclusivo.

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