*Por Guillermo Gomez, diretor geral da Flash Expense
O cenário que se forma para este ano, sem dúvidas, é desafiador. As projeções apontam para um crescimento pouco expressivo da economia nacional – o relatório “Focus”, divulgado pelo Banco Central do Brasil, por exemplo, estima um crescimento de 0,75% em 2023. Na esteira dos números desanimadores, temos os efeitos sociais, como juros nas alturas impactando diretamente o acesso ao crédito; empresas segurando investimentos e insegurança nas transações comerciais com países parceiros em razão das instabilidades globais.
Com tantos obstáculos monetários à vista, é preciso refletir sobre questões complexas, principalmente no início do ano, quando o planejamento de uma companhia está em fase de construção e revisão. Uma delas – se não a principal – é: como se preparar para surfar as ondas oportunas e sobreviver a potenciais tsunamis?
Inovação como inspiração para construção de caminhos promissores
O progresso tecnológico não apenas transforma micro ecossistemas e mercados específicos, como também está revolucionando contextos consolidados, como o mercado financeiro, bem como a forma de fazer transações econômicas. Ser disruptivo e inovador é um caminho sem volta e muito positivo para diversos mercados e a troca de informações se torna o maior ativo para as empresas.
No Open Finance, por exemplo, todo este processo está sendo viabilizado pelo compartilhamento de dados dos usuários por meio de APIs. O sucesso da implementação do open finance já foi medido em 2022: entre junho e setembro, o volume dessas chamadas foi de 3,9 bilhões, e a tendência é que esse movimento tenha cada vez mais aderentes.
Este é um exemplo de como a tecnologia e a inovação devem estar presentes no radar – mesmo de um mercado tão consolidado e resiliente quanto o financeiro. Portanto, é dever das empresas que buscam sucesso, criarem mecanismos para se reinventar, principalmente em meio aos períodos de turbulência, quando a atração de novos consumidores é ainda mais conveniente e difícil. No próximo ano, isso certamente pode não ser tão simples, e a busca por novas soluções e caminhos se torna ainda mais necessária.
Tecnologia como pilar para satisfação de colaboradores e atuação qualificada
Por mais distante que pareça, a tecnologia também permeia potenciais soluções para aumentar o bem-estar e satisfação dos colaboradores, sendo uma aliada estratégica quando o assunto é engajamento e retenção de talentos, além de uma participação eficiente deles no desenho das táticas empresariais.
Por isso, é fundamental repensar sobre as prioridades em prol dos colaboradores, indo além do convencional – por mais que sejam cruciais –, a exemplo do aumento da remuneração, benefícios e regime de trabalho.
Um tópico que foge do mainstream é o tempo dos colaboradores, ativo valioso para que ele possa equilibrar a balança entre as atividades profissionais e pessoais. Um grande fator positivo para suportar esse movimento é a automação e desburocratização de processos. Segundo pesquisa realizada pela empresa AX4B com mais de 5300 empresas brasileiras, 84% dos profissionais consideram que perdem tempo com atividades repetitivas e manuais no trabalho e sobre os tipos de tecnologia que fazem falta nas empresas, a pesquisa revelou que 33% dos pesquisados informaram que o RPA – Robotic Process Automation – é a solução que está faltando na sua empresa. Para 43% dos respondentes, a área que mais demanda automação é a do financeiro e administração.
Pesquisas como essa sinalizam um caminho propositivo para sanar algumas das dores dos colaboradores, fazendo a diferença para aumentar seu engajamento, já que o saving de tempo em atividades operacionais pode significar maior produtividade e qualidade de vida, por exemplo.
Digitalização como alavanca estratégica
Menos queima de caixa, economia de recursos e utilização eficiente de tempo. Isso é o que todos os donos de negócios devem almejar no próximo ano. Porém, para alcançar estes objetivos, mais uma vez, a tecnologia deve ser lembrada, enxergada e valorizada, inclusive por meio de investimentos. Ninguém está recomendando uma injeção de capital exagerada em ferramentas extraordinárias, mas sim que sejam feitas ponderações relacionadas à qual plataforma ou aplicativo pode, em certa medida, ser um “game changer” relacionado ao desejo de todos os C-levels, mencionado no início deste parágrafo.
Ao separar o joio do trigo, é possível escolher a solução mais propícia para o porte e momento do negócio, bem como para, por meio da automatização, alcançar a digitalização e desburocratização – nesta sequência –, mitigando riscos e erros ligados à parte financeira da empresa, a exemplo das despesas corporativas, além de otimizar o tempo dos colaboradores e área que fazem essa gestão. Os fluxos azeitados e a redução significativa de perdas, duplicações e desvios provenientes do modelo anterior utilizado também desencadeiam uma economia de valores expressivos que, a médio e longo prazo, podem ser destinados para outros objetivos da empresa. Ou seja, tirar o foco do operacional e direcioná-lo ao estratégico e, posteriormente, tático é o que realmente importa.
Finalmente, nadar contra ou a favor da maré em 2023 dependerá, sobretudo, do olhar da empresa sobre a tecnologia e suas infinitas vertentes de aplicação em prol dos negócios e, claro, das pessoas.
*Guillermo Gomez é diretor geral da Flash Expense, unidade de negócio voltada para soluções tecnológicas de despesas corporativas da Flash, worktech de benefícios flexíveis.
Este conteúdo de divulgação comercial foi fornecido
Por Nathalia Gorga – Assessoria de Imprensa | Flash Expense
e não é de responsabilidade de revistaempreende.com.br