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Relatório alerta: identidades geradas por IA já passam por sistemas de verificação digital em larga escala

Os sistemas de verificação de identidade nos ecossistemas de bancos digitais da América Latina estão entrando em uma fase de risco estrutural,àmedida que a IA generativa permite a criação de identidades sintéticas mais rapidamente do que a infraestrutura de verificação consegue se adaptar, de acordo com um novo relatório de inteligência de ameaças divulgado pela DuckDuckGoose.

O relatório, When Identity Becomes Generatable, analisa a IA generativa e constata que a criação de identidades passou da manipulação para a geração de humanos sintéticos em tempo real, capazes de passar por sistemas de integração e autenticação.

Somente no quarto trimestre de 2025, mais de 55 geradores de mídia sintética foram lançados — aproximadamente um a cada 1,6 dia. Desde o início de 2024, a geração de vídeo a partir de imagens expandiu-se em mais de 1.000%, corroendo as premissas subjacentesàverificação biométrica e de vivacidade. O monitoramento identificou quase 868.000 variantes sintéticas refinadas, criadas mensalmente em ecossistemas de IA abertos, muitas otimizadas para burlar sistemas de integração e autenticação.

Cada variante introduz características de identidade desconhecidas, criando janelas de exposição em que os sistemas de verificação encontram identidades sintéticas nunca vistas.

Essa aceleração é visível no Brasil e na América Latina, onde os pagamentos em tempo real impulsionados por PIX, a integração remota em larga escala e o rápido crescimento dos bancos digitais tornaram a confiabilidade da verificação de identidade um controle financeiro crítico. As instituições brasileiras registraram perdas de R$ 10,1 bilhões em fraudes bancárias em 2024, enquanto o tempo para a execução de uma fraude diminui cada vez mais, passando de dias para minutos.

O relatório conclui que a principal ameaça não é mais a mídia manipulada, mas a presença sintética: humanos gerados por IA interagindo com sistemas de verificação em tempo real.

Os controles tradicionais de KYC (Conheça Seu Cliente) e de verificação de presença funcionam conforme o planejado, mas não foram projetados para identidades geradas continuamente, que se adaptam mais rapidamente do que a evolução dos modelos de detecção.

À medida que a velocidade de lançamento de geradores aumenta, os ambientes de verificação enfrentam uma lacuna de detecção persistente, em vez de vulnerabilidades isoladas, o que faz com que a garantia de identidade passe de atualizações periódicas para uma infraestrutura continuamente adaptativa.

“A verificação de identidade foi construída com base na premissa de que a presença visual implicava uma pessoa real”, disse Parya Lotfi, CEO da DuckDuckGoose. “A IA generativa elimina essa premissa. A identidades sintéticas tornaram-se viáveis. A confiança deve ser estabelecida no momento da criação da identidade, não após a ocorrência de uma fraude. Essa transição já está em andamento nos sistemas financeiros digitais da América Latina.”

Para plataformas de identidade que operam em economias digitais como o Brasil, o relatório indica que a detecção de mídia sintética está passando de uma capacidade avançada para um controle de infraestrutura obrigatório, juntamente com a verificação de documentos e a verificação de presença.

Sobre a DuckDuckGoose

A DuckDuckGoose fornece tecnologia de detecção de deepfakes explicável, permitindo que plataformas de identidade e instituições financeiras verifiquem a autenticidade biométrica em ambientes de integração e autenticação em larga escala.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Sukrit Bhatia

Especialista em Marketing, DuckDuckGoose

sukrit@duckduckgoose.nl

Fonte: BUSINESS WIRE