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Internacionais

Relatório revela que 74% das empresas planejam investir em impressão 3D em 2021

13/10/2020 • 15:38

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Pesquisa da MakerBot mostra que mais da metade dos entrevistados planeja investir até US$ 100.000 em tecnologias de impressão 3D no próximo ano

BROOKLYN, NY – O uso comercial e industrial da impressão 3D deve seguir crescendo em ritmo acelerado. É o que revela o Relatório de Tendências de Impressão 3D, publicado pela MakerBot, líder em impressão 3D e subsidiária da Stratasys Ltd. (Nasdaq: SSYS). Segundo o estudo global, incluindo o Brasil, três quartos (74%) dos entrevistados planejam investir em tecnologia de impressão 3D em 2021, com 50% deles planejando gastar até US$ 100.000 no próximo ano.

“Os resultados confirmam o que já sabemos há algum tempo: a impressão 3D tem grande potencial para transformar as operações nos mais diversos negócios. E quando perguntados sobre os desafios que suas empresas tiveram de enfrentar nos últimos 12 meses, a resposta mais frequente foi o corte recorrente de gastos, exceto os mais críticos. No entanto, esse claramente não foi o caso da impressão 3D”, conta Nadav Goshen, CEO da MakerBot.

O estudo mostra que, enquanto a COVID-19 impactou os negócios de quase 70% dos entrevistados, mais da metade deles (56%) afirma que a pandemia não afetou o planos de investimento em impressão 3D. Na verdade, explica Goshen, quando os entrevistados foram questionados sobre quais eram seus projetos de investimento para o próximo ano, 74% afirmaram que ainda tinham planos de investir na impressão 3D.

“Esta é uma situação incrivelmente positiva que, acreditamos, indica uma confiança crescente na capacidade da impressão 3D de melhorar a resiliência, a capacidade de resposta e, em última análise, a lucratividade das operações comerciais”, afirma Goshen.

empresas planejam investir em impressão 3D
foto divulgação

O que mais o relatório constatou?

A pesquisa da MakerBot indica uma confiança crescente na capacidade da impressão 3D de transformar as operações nos mais diversos negócios e outras descobertas foram feitas. A possibilidade de personalização da produção, por exemplo, é o principal motivo pelo qual os entrevistados usam a impressão 3D atualmente.

O relatório mostra ainda que mais de dois terços dos entrevistados (68%) afirmam que a possibilidade de criar peças de produção personalizadas de baixo a médio volume é um diferencial, enquanto outros 57% escolhem a impressão 3D pela possibilidade de imprimir geometrias complexas.

No entanto, a impressão 3D continua a desempenhar um papel muito maior nas fases de pesquisa e design. Modelagem de conceito (70%), protótipos funcionais (66%) e pesquisa e desenvolvimento (44%) foram as principais aplicações apontadas pelos entrevistados.

A qualidade de impressão e o desempenho da impressora são determinantes na escolha de uma impressora 3D. Para os entrevistados, uma impressora só vale a pena se as peças que ela imprime forem de boa qualidade. Os profissionais afirmam que a precisão dimensional (61%) e a confiabilidade (65%) são os principais fatores que influenciam na seleção de impressoras 3D.

Embora haja uma variedade de tecnologias de impressão 3D, o relatório destaca que as impressoras FDM® 3D ainda são as mais usadas. A maioria dos entrevistados (77%) usa impressoras FDM/FFF 3D, ante 27% dos utilizam a tecnologia SLA. Quanto aos materiais mais usados, os plásticos (93%) e resinas (25%) foram os principais.

O Relatório de Tendências de Impressão 3D da MakerBot mostra também que os custos e a experiência técnica ainda são as principais barreiras à implementação da impressão 3D. Dentre os entrevistados, 53% afirmam que a falta de orçamento os impede de utilizar totalmente a impressão 3D, enquanto 29% citam a carência de conhecimento técnico como um limitador.

Os entrevistados esperam que a tecnologia, os materiais e os aplicativos desenvolvam-se ainda mais nos próximos 3 a 5 anos. Além disso, 61% dos profissionais esperam que novos materiais surjam, enquanto 58% apostam na diminuição do custo da tecnologia como um todo.

“A impressão 3D já percorreu um longo caminho desde que a tecnologia foi lançada na década de 1980. Mas, à medida que sua utilização avance da prototipagem para a produção, esperamos ver uma expansão exponencial de seu uso e aplicação. Como fornecedores, acreditamos ser nossa responsabilidade observar esses comportamentos para entender melhor as necessidades dos usuários e, assim, sermos capazes de entregar melhores produtos e serviços”, afirma Nadav Goshen, CEO da MakerBot.

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Sobre o estudo

A MakerBot entrevistou mais de 1.200 profissionais que estão em sua rede global, entre os dias 21 a 26 de agosto de 2020. Os entrevistados estavam baseados na América do Norte (50%), Europa (20%), Ásia (14%), Oceania (6%), América do Sul (8%) e África (2%). A amostra representa mais de 20 setores, incluindo Militar e Defesa, Aeroespacial, Automotivo, Saúde, Manufatura, Artes e Entretenimento, e Bens de Consumo. Os cargos dos entrevistados variaram, com 37% em engenharia ou desenvolvimento, 20% em design, 9% em operações de impressão/laboratório, 9% em funções de gerenciamento sênior, 7% em produção ou manufatura, 1% em compras, 1% em operações da cadeia de suprimentos e 16% em outras funções.

Para ler o relatório na íntegra, clique aqui.


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Por GPCOM Comunicação Corporativa
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