Copa 2026 impulsiona busca por ouro e câmbio entre investidores

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A Copa do Mundo 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, já movimenta empresas brasileiras antes mesmo das fases decisivas do torneio. Além de passagens, pacotes turísticos, seguros, produtos licenciados e serviços financeiros ligados a viagens internacionais, o evento abriu espaço para campanhas que conectam consumo, planejamento financeiro e proteção patrimonial.
Em um cenário de juros elevados, oscilação cambial e incertezas geopolíticas, empresas do setor financeiro passaram a usar o calendário esportivo como oportunidade para aproximar investidores de produtos como moeda estrangeira e ouro físico. É o caso da Ourominas, que lançou uma ação em duas frentes, ouro físico e câmbio turismo.
Campanha une ouro físico 24k e moedas dos países-sede
Na frente de ouro físico, a empresa criou uma coleção de cartões temáticos inspirados em 7 seleções: Brasil, Argentina, Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França e México. Cada cartão acompanha uma barra de ouro puro 24k, com teor 999, lacrada e certificada.
A compra da coleção completa dá direito a um Álbum Oficial da Copa do Mundo, independentemente da gramatura escolhida. A campanha começou em junho e segue até 17 de julho.
Segundo Olivia Goldstein, CFO da Ourominas, a campanha busca aproximar o investidor da lógica de diversificação por meio do ouro, ativo físico tradicionalmente associado à proteção patrimonial.
“A Copa ajuda a trazer o tema para uma linguagem mais próxima do consumidor, mas a decisão de investir deve continuar sendo guiada por planejamento, procedência e horizonte financeiro”, afirma Olivia.
Ouro ganha espaço como reserva de valor
Para investidores, o ouro costuma ocupar papel complementar na carteira por ser reconhecido internacionalmente, ter liquidez e preservar valor em momentos de maior instabilidade econômica, inflação, tensão geopolítica ou volatilidade nos mercados.
De acordo com a CFO da Ourominas, a segurança do ativo reduz a dependência de aplicações sujeitas ao desempenho de empresas, moedas ou governos específicos. Ainda assim, a compra exige atenção à origem, certificação, liquidez, custos e adequação ao perfil de risco.
“O ouro costuma ganhar relevância justamente quando o investidor busca segurança e previsibilidade em meio a cenários mais incertos. Ele é um ativo físico, com reconhecimento global e histórico de preservação de valor, mas precisa ser entendido dentro de uma estratégia de carteira”, reforça Olivia Goldstein.
Câmbio turismo acompanha planejamento para a Copa 2026
A frente de câmbio da campanha acompanha outro efeito esperado em grandes eventos internacionais: o aumento da procura por moedas estrangeiras. Como a Copa será realizada em 3 países, Estados Unidos, Canadá e México, a preparação financeira para a viagem tende a envolver diferentes moedas e maior atenção ao custo do câmbio.
Na ação da Ourominas, clientes que comprarem moedas dos países-sede podem receber uma Bola Oficial da Copa do Mundo ao atingir os valores mínimos da campanha:
- US$ 1.000 em dólar americano
- CAD$ 1.500 em dólar canadense
- 20.000 pesos mexicanos
Eventos globais antecipam decisões financeiras
A relação entre Copa e mercado financeiro não se limita ao consumo ligado ao torneio. Eventos globais costumam antecipar decisões de compra, estimular o planejamento de viagem e ampliar a busca por produtos que ajudem a reduzir a exposição a variações de preço.
No caso do câmbio, a compra gradual de moeda pode diminuir o impacto de oscilações repentinas. No caso do ouro, a função é diferente: o ativo entra como reserva de valor e instrumento de diversificação, especialmente para investidores que buscam proteção em um cenário de maior incerteza econômica.
“Grandes eventos internacionais fazem o consumidor olhar para câmbio, planejamento e proteção de forma mais concreta. Quem vai viajar precisa organizar moeda estrangeira, mas quem investe também pode aproveitar o momento para revisar a composição da carteira. O ouro não deve ser tratado como aposta de curto prazo, e sim como um ativo que pode trazer equilíbrio, liquidez e segurança patrimonial quando comprado com procedência e dentro do perfil do investidor”, afirma Olivia Goldstein, CFO da Ourominas.
Sobre a Ourominas
A Ourominas (OM) é uma instituição financeira e distribuidora de títulos e valores mobiliários (DTVM) autorizada pelo Banco Central e credenciada pela CVM. A empresa atua no mercado de ouro ativo, câmbio de moedas estrangeiras e serviços de consumo industrial.
A OM informa ter obtido as certificações ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001, além do selo Great Place to Work (GPTW). Localizada em São Paulo, a empresa conta com mais de 100 pontos de atendimento no Brasil.
Este conteúdo de divulgação comercial foi fornecido por Ourominas e não é de responsabilidade editorial da revistaempreende.com.br.