Pelo segundo mês consecutivo, mercado de escritórios de SP registra resultados positivos, confirmando recuperação do setor
Em novembro, o mercado de escritórios de alto padrão de São Paulo apresentou mais uma vez resultados positivos. Foi registrada absorção líquida de 8.875 m², encerrando o mês com a taxa de vacância em 24,28%, queda de 0,24 p.p. MOM.
As ocupações ocorreram, principalmente, nas regiões da Faria Lima, Pinheiros e Chucri Zaidan por empresas do setor financeiro. O mês também teve alto número de locações, totalizando 19.332 m², o que deve contribuir ainda mais para a queda na taxa de vacância nos próximos meses.
A média do preço pedido diminuiu 0,68% MOM, fechando novembro em R$ 104,21 por m²/mês. Esse decréscimo se deve às saídas em edifícios na região de Pinheiros com aluguel mais baixo que a média do mercado, além das ocupações em edifícios com preço pedido elevado na região da Faria Lima. Contudo, em comparação YOY, o preço pedido apresentou aumento de 1,20%.
Mercado carioca registra diversas locações em novembro e ocupação nos próximos meses promete ser expressiva
O mercado de escritórios de alto padrão do Rio de Janeiro fechou o mês de novembro com pequeno aumento na taxa de vacância (+ 0,20 p.p. MOM), após absorção líquida negativa de 3.031 m² provenientes do Centro. Esse resultado reflete, sobretudo, a desocupação de empresas dos setores de Oil & Gas e financeiro. Com isso, a taxa de vacância atingiu 35,84% no final do período.
O mês de novembro, entretanto, apresentou diversas locações, totalizando 4.425 m² advindos das regiões do Centro e Orla por empresas do setor de Utility System e Oil & Gas. Dessa forma, a região de alto padrão do Rio de Janeiro já acumula quase 115 mil m² para serem ocupados nos próximos meses.
A média do preço pedido segue caindo e atingiu R$ 88,66/m²/mês, redução quase imperceptível em relação ao período anterior. Essa leve alteração (- 0,002% MOM) se deve, principalmente, às saídas em edifícios com preços pedidos mais baixos. Além disso, a cidade passa por um movimento flight to quality/flight to price, criando oportunidades para os inquilinos e exigindo maior flexibilidade nas negociações.
Cajamar se destaca e mercado logístico de SP registra maior número de entregas em um mês desde 2016
Em novembro, o mercado logístico de alto padrão de São Paulo registrou o maior número de entregas em um mês desde 2016, com 182,9 mil m² entregues, que estão concentrados na região de Cajamar – com 160,7 mil m² entregues – e em Barueri com 22,1 mil m².
São Paulo também registrou a maior absorção líquida do ano com 116,9 mil m², aumento de 52% se comparado ao mês anterior. A região de Cajamar foi o destaque novamente, com 114,1 mil m² de absorção, sendo que uma parcela das novas entregas já estava pré-locada. Logo em seguida, aparece a região do Vale do Paraíba, com 12,7 mil m². Essa é a terceira vez no ano que a região de Cajamar registra absorção líquida superior a 100 mil m², demonstrando a alta demanda que a região possui.
Devido ao alto volume de novos estoques, a taxa de vacância sofreu aumento de 0,47 p.p. comparado ao mês anterior. Esta é apenas a quarta vez no ano que é registrada alta na taxa de vacância. Pelo fato das áreas entregues estarem disponíveis e localizadas em regiões que possuem um preço de aluguel pedido superior à média do estado, o preço pedido sofreu aumento de 2% comparado ao mês passado, fechando o período em R$ 20,19 por m².
Mercado logístico demonstra recuperação em novembro
Após registrar absorção líquida negativa no mês passado, o mercado logístico de alto padrão do Rio de Janeiro demonstrou recuperação em novembro, com absorção de 34,1 mil m², a quarta maior do ano. As regiões de Duque de Caxias e Queimados/Seropédica foram os destaques com 21,8 mil m² e 10,2 mil m², respectivamente.
Sem entrega de novos estoques e com absorção líquida positiva, a taxa de vacância sofreu queda de 1,47 p.p. comparada ao mês anterior, fechando novembro em 16,67%. Destaque para a região de Duque de Caxias que diminuiu sua taxa em 2,46 p.p. em relação ao mês passado e fechou o mês em 19,67%, sendo essa a primeira vez que a região registra uma vacância abaixo de 20%. O preço médio de aluguel pedido sofreu aumento novamente, dessa vez de 0,9% comparado ao mês anterior, fechando em R$ 19,63 por m².
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Por Press Aporter
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