Completando 8 anos em 2023, Aliança pretende se tornar o maior hub de educação do mundo
Segundo dados coletados entre 2019 e 2021 pelo CIEB (Centro de Inovação para a Educação Brasileira) e pela Abstartup (Associação Brasileira de Startups do Brasil), no Brasil, o número de edtechs, empresas que empregam tecnologia para criar soluções inovadoras para a área de educação, cresceu 26%. Segundo o balanço, há pelo menos 566 edtechs ativas no mercado de educação do país. Diante do mercado cada vez mais competitivo, como se destacar e planejar expansões em escala internacional?
É nessa narrativa que surge a Aliança, edtech brasileira que está presente em 19 países e em mais de 90% do Ocidente, o que confirma o sucesso da plataforma e a expectativa de crescimento para os próximos anos. Com mais de 2000 colaboradores certificados, a marca considera os propósitos do aluno, seja voltado para o profissional, cultural ou lazer, se vai começar do zero ou se já possui algum tipo de bagagem, por exemplo. Helaman Fernandes, CEO da Aliança, destacou que a atração pela tecnologia desde a infância e suas experiências profissionais incentivaram-o a criar a marca.
“Já fui professor de inglês, o que me ajudou na criação da metodologia, mas entendia que a marca precisava de algo diferente para crescer. Minha paixão pela tecnologia fez eu, como docente, linkar todos os pontos importantes dentro da plataforma, e que, ao final, conseguisse suprir todas as necessidades dos alunos, como flexibilidade de horários, custo benefício, praticidade e uma metodologia objetiva que incluísse aulas ao vivo e um contato com o idioma o máximo possível de vezes na semana”, afirma o CEO da Aliança, Helaman Fernandes.
A marca utiliza os recursos digitais e tecnológicos para criar aulas mais dinâmicas e não convencionais e entediantes. Para 2023, a escola pretende continuar investindo na tecnologia, para que a experiência continue sendo proveitosa para os alunos, considerando a pluralidade e captando todas as possíveis dificuldades para gerar um aprendizado natural, divertido e objetivo. Uma vez que, majoritariamente, o público vem de classes mais baixas, a Aliança proporciona uma verdadeira democratização ao acesso ao idioma inglês, principalmente quando esse acesso é mais fácil para pessoas de classes mais altas.
“Adorei a oportunidade de ter aula particular e com possibilidade de ajustes nos horários. Também gostei muito do professor, que conseguiu me deixar mais à vontade para falar e sem medo de errar. Foi uma experiência muito importante para mim”, afirma a aluna Simone Reverte.
O carro-chefe da marca é, sem dúvidas, o curso de inglês. Hoje, mais de 21 mil alunos se desenvolvem com a Aliança através de cursos de idiomas. Assim como a aluna Simone, muitos outros brasileiros enxergam a importância do idioma anglófono no desenvolvimento profissional, cultural ou até mesmo pessoal e, por isso, colocam o curso na sua lista de desejos para 2023.
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Por Queissada Comunicação
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