EXBARRA reúne 450 costureiras e digitaliza ajustes de roupas em São Paulo

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A EXBARRA, criada por Tatiana Queiroz, reúne cerca de 450 costureiras cadastradas em São Paulo, na região metropolitana e no ABC. A startup conecta consumidores às profissionais e organiza a contratação de ajustes de roupas, da solicitação no aplicativo à coleta e à devolução das peças.
A proposta é levar atendimento, tecnologia e logística a um mercado ainda fortemente baseado em indicações. A execução técnica permanece com as costureiras parceiras, responsáveis por avaliar as roupas e realizar os ajustes.
Como funciona a contratação de ajustes pelo aplicativo
O cliente começa escolhendo o serviço, como barra, pence ou outro ajuste disponível. Depois, envia uma fotografia da roupa. Segundo a empresa, a imagem não define qual serviço será realizado: ela permite que a costureira examine previamente a peça e verifique se dispõe da linha, dos materiais e dos equipamentos necessários.
Quando é preciso indicar comprimento ou caimento, o consumidor pode encaminhar uma peça de referência, semelhante e já com o resultado desejado. A plataforma reúne as informações, direciona o pedido e acompanha seu andamento.
O material de divulgação descreve o desafio da digitalização: “O nosso desafio não era simplesmente colocar costureiras em um aplicativo. Precisávamos entender como traduzir para o ambiente digital informações que normalmente são trocadas durante uma conversa ou uma prova presencial.”
Rede de costureiras foi formada antes da atração de clientes
A EXBARRA iniciou a operação pela construção da rede de profissionais. Duas pessoas da área comercial mapearam costureiras em São Paulo, na região metropolitana e no ABC, principalmente por indicação entre as próprias trabalhadoras.
A escolha buscou garantir disponibilidade e especialidades compatíveis antes de ampliar a procura de consumidores. O processo também ajudou a empresa a entender as diferenças entre ajustes, tecidos, materiais e equipamentos, já que nem todas as profissionais executam os mesmos serviços.
Em setembro de 2025, aproximadamente cem costureiras participaram de um encontro promovido pela EXBARRA para conhecer a proposta e discutir a operação. A rede chegou posteriormente às atuais 450 profissionais cadastradas.
EXBARRA Log organiza coleta e devolução das peças
A operação própria de logística, chamada EXBARRA Log, transporta as roupas na coleta, no encaminhamento à costureira e na devolução ao cliente. As etapas podem ser acompanhadas pelo aplicativo.
Em seu comunicado, a empresa explica: “Percebemos que não bastava conectar o cliente a uma costureira. Se o consumidor ainda tivesse de organizar sozinho o transporte e acompanhar o pedido por diferentes canais, boa parte da conveniência seria perdida.”
A plataforma concentra as informações do serviço e faz a intermediação com a profissional parceira caso seja necessário solicitar o refazimento de um ajuste. A proposta é apoiar uma atividade que depende de experiência e precisão, preservando o papel técnico da costureira.
Serviço Premium permite atendimento de até dez peças em casa
A empresa também começa a integrar ao aplicativo o EXBARRA Premium, destinado a clientes que querem ajustar várias roupas em um mesmo atendimento. A jornada começa com uma conversa com a concierge para explicar as necessidades e agendar a visita.
Uma concierge e uma costureira vão à residência na data marcada para provas, marcações e medições. É possível reunir até dez peças. Depois, a EXBARRA coordena o encaminhamento às profissionais e a devolução, com prazo máximo informado de sete dias.
As roupas retornam passadas, etiquetadas, embaladas individualmente e prontas para uso. O valor varia conforme a região e o deslocamento. A experiência do Premium está sendo incorporada ao ambiente digital para permitir o acompanhamento até a entrega.
Tatiana Queiroz investiu cerca de R$ 700 mil na operação
Antes de fundar a EXBARRA, Tatiana tinha cerca de 15 anos de experiência como executiva comercial. Segundo o release, não possuía atuação profissional em moda, costura ou desenvolvimento de tecnologia quando começou a pesquisar o setor.
Ao identificar demanda recorrente, profissionais experientes e baixa organização digital, buscou desenvolvedores para transformar a ideia em produto. Até o momento, investiu aproximadamente R$ 700 mil de recursos próprios no desenvolvimento da plataforma e da operação.
A construção do negócio combinou a pesquisa das rotinas das costureiras com o mapeamento das dificuldades dos clientes. O modelo conecta o aplicativo a uma operação física de atendimento e logística.
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Este conteúdo de divulgação foi fornecido pela assessoria de imprensa da EXBARRA. As informações e declarações são de responsabilidade da fonte e não representam necessariamente a posição editorial da Revista Empreende.