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Carreira

Por que a Geração Z já não quer ficar anos na mesma empresa

Publicado em 30/05/2026 • 17:23 | Atualizado em 29/06/2026 • 15:45

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A relação da Geração Z com o trabalho vem se afastando dos modelos tradicionais baseados em estabilidade e permanência de longo prazo. Segundo levantamento da SideHustles.com, 47% dos trabalhadores em tempo integral consideram mais vantajoso financeiramente trocar de emprego do que permanecer na mesma posição. Entre profissionais da Geração Z e da área de tecnologia, o comportamento de movimentação frequente entre empresas é ainda mais comum, acompanhado de maior incidência de aumentos salariais.

O vínculo emocional com a empresa perdeu força

“Existe uma mudança importante na forma como a nova geração enxerga carreira. O vínculo emocional com a empresa perdeu força diante da busca por desenvolvimento acelerado e novas experiências profissionais”, afirma Fernando Pedro, diretor-geral da Assigna, empresa do Talenses Group especializada em staff loan.

Esse cenário vem pressionando empresas a rever modelos de contratação, retenção e gestão de talentos. Estruturas mais flexíveis, capazes de combinar agilidade operacional com demandas por autonomia e mobilidade profissional, ganham espaço no mercado. Nesse contexto, o modelo de staff loan surge como alternativa para organizações que precisam acessar competências especializadas de forma mais dinâmica.

A tendência deve se intensificar nos próximos anos

“As empresas ainda foram estruturadas para modelos de permanência mais longos, mas a lógica atual é muito mais fluida. Modelos flexíveis permitem equilibrar competitividade e maior mobilidade profissional”, diz Fernando Pedro.

Na avaliação do executivo, a tendência deve se intensificar nos próximos anos, principalmente em setores mais ligados à inovação e tecnologia. “As novas gerações buscam relações profissionais mais alinhadas aos seus objetivos de vida e desenvolvimento. Empresas que entenderem essa mudança e conseguirem oferecer flexibilidade e possibilidade de evolução terão mais capacidade de atrair e reter talentos”, conclui.

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O que as empresas precisam mudar para reter a Geração Z

Mais do que salário, a Geração Z prioriza crescimento acelerado, autonomia e propósito. Programas de mentoria, trilhas claras de desenvolvimento e modelos de trabalho flexíveis — como o híbrido e o remoto — deixaram de ser diferenciais e se tornaram requisitos mínimos para atrair esse perfil de profissional.

Para o universo da carreira e do empreendedorismo, a mensagem é direta: reter talento jovem exige mais do que pacotes de benefícios tradicionais. Exige cultura, propósito e a capacidade de oferecer uma trajetória que faça sentido para quem está começando — num ritmo mais acelerado do que o mercado estava acostumado a operar.

Este conteúdo de divulgação comercial foi fornecido por Mosaike Comunicação / Assigna Talenses Group e não é de responsabilidade editorial da revistaempreende.com.br.