Gianni Infantino pretende disputar um quarto e último mandato na presidência da Fifa na eleição marcada para março de 2027, segundo a entidade. O dirigente suíço enfrenta pressão para renunciar após tentar vender a investidores privados participações em torneios da organização, inclusive a Copa do Mundo. O plano acabou abandonado. A Uefa lidera a oposição, acompanhada por representantes das confederações asiática e da Concacaf. Em sentido contrário, Arábia Saudita, Confederação Africana de Futebol e Conmebol manifestaram apoio. Infantino é, até agora, o único candidato declarado. Para permanecer no comando até 2031, precisará de maioria simples entre as 211 federações filiadas. As candidaturas devem ser apresentadas até 18 de novembro.
Principais fatos e números
- A eleição para a presidência da Fifa está prevista para março de 2027.
- Infantino anunciou em abril que concorreria à reeleição.
- A Fifa afirmou que a candidatura continua mantida.
- O plano de abrir participação privada em Copas do Mundo foi abandonado.
- Uefa, confederação asiática e Concacaf fazem oposição ao dirigente.
- Arábia Saudita, CAF e Conmebol apoiam Infantino, segundo o relato publicado pelo Guardian Business em setembro de 2026, sobre a eleição de 2027 e a Copa masculina de 2034 sediada pela Arábia Saudita. A data de corte para candidaturas é 18 de novembro, sem que o material informe o ano explicitamente além de se referir à eleição do ano seguinte. Victor Montagliani é apontado como possível adversário, mas não declarou candidatura. Infantino precisa de maioria simples dos votos das 211 federações fi
Por que isso importa para empresários e investidores
A disputa expõe incerteza sobre a governança e o modelo comercial da Fifa, entidade que controla ativos de grande valor para patrocinadores, emissoras, investidores e empresas ligadas ao futebol. A tentativa já cancelada de vender participações em torneios indica que propostas de capital privado podem enfrentar resistência institucional relevante. Para parceiros comerciais, a eleição pode afetar prioridades estratégicas e negociações futuras, embora o material não detalhe impactos contratuais ou financeiros. O resultado ainda é incerto: Infantino não tem adversário declarado, mas enfrenta oposição de confederações importantes e depende da maioria das 211 federações.
