NOAA emite vigilância G1 para tempestade geomagnética até 9 de novembro
Imagem gerada por IA / Revista Empreende
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A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a NOAA, emitiu em 7 de novembro de 2026, às 06h26 UTC, uma vigilância para tempestade geomagnética de categoria G1, considerada menor, entre os dias 7 e 9 de novembro. O aviso do Space Weather Prediction Center também aponta a possibilidade de o fenômeno alcançar o nível G2, classificado como moderado.
A vigilância publicada pela NOAA indica que o campo geomagnético provavelmente atingirá o nível G1 durante o período. A previsão está associada à influência esperada de um fluxo rápido de vento solar proveniente de um buraco coronal de polaridade negativa.
Índice observado ainda estava abaixo do nível G1
Na medição das 06h UTC de 7 de novembro, o índice planetário Kp estava em 3,33, abaixo do limiar de Kp 5 correspondente a uma tempestade G1. O dado mostra que, naquele horário, a vigilância representava uma previsão, e não a confirmação de que uma tempestade geomagnética já estivesse em curso.
A previsão de três dias do SWPC, emitida às 00h30 UTC de 7 de novembro, estima pico de Kp 5 e mantém a possibilidade de nível G2 entre 7 e 9 de novembro.
Efeitos potenciais concentram-se em altas latitudes
Segundo a NOAA, os efeitos previstos para uma tempestade G1 ocorrem principalmente acima de 60 graus de latitude geomagnética. Nesse cenário, podem ser registradas pequenas flutuações em redes elétricas e impactos menores em operações de satélites. A fonte oficial não aponta ameaça sistêmica ao Brasil nem prevê interrupções generalizadas de energia, GPS ou telecomunicações no país.
O boletim de probabilidades geomagnéticas, emitido em 6 de novembro às 22h05 UTC, atribui para cada dia do período probabilidade de 35% de tempestade menor, 25% de tempestade moderada e 5% de tempestade forte a extrema.
A NOAA também calculou probabilidades de blecautes de rádio entre 7 e 9 de novembro, mas essa previsão utiliza uma escala própria e é distinta da classificação das tempestades geomagnéticas. A vigilância vigente permanece no nível G1, enquanto G2 é tratado apenas como uma possibilidade.