“Descubra como investir em estratégias de recuperação de dados pode garantir a continuidade dos negócios em meio ao aumento dos ataques de ransomware no Brasil.
Segundo estudo Fast Facts mais recente, o Brasil saltou do quarto país que mais sofre ataques de ransomware no mundo para a segunda posição em 2022. Para o diretor de BU Core Digital Platform da Lanlink, Thiago Farah, o levantamento mostra que mais investimentos em tecnologia precisam ser feitos no país, tanto no setor privado como no público.
Mas o que fazer quando a empresa sofre um ciberataque? Durante evento em Fortaleza, realizado pela Lanlink em parceria com a Veeam, Thiago Farah apresentou estratégias relacionadas à recuperação das empresas em caso de desastres como os ataques de ransomware, que trata-se do sequestro de dados, feito por meio de criptografia. “Não existe uma solução única, mas sim um conjunto de técnicas que podem possibilitar que a empresa atacada tenha um restore rápido. Para isso, é fundamental que a empresa tenha definida a mínima organização viável, ou seja, que sistemas mínimos são necessários para a organização funcionar para que este retorno seja assertivo. Testes de rotina são importantíssimos, uma vez que os ataques não são programados”, disse.
O diretor da Lanlink destacou a importância de pensar na continuidade dos negócios, levando em consideração que sofrer um ataque não é completamente evitável, mas é possível minimizar os danos diante da realidade de cada empresa. “A definição de que sistemas mínimos são necessários para uma organização funcionar é uma decisão de negócio e não técnica. Após um ataque, a prioridade de retorno deve estar alinhada com o objeto daquele negócio. Nesse contexto, deve-se pensar ‘quem precisa voltar primeiro?’. Para um banco, por exemplo, seria a capacidade de realizar transações dos clientes, já em uma indústria, pode ser o processo de produção”, pontuou.
Dentro das soluções desenvolvidas por Lanlink e Veeam, tem o assessment não invasivo que tem como objetivo buscar gaps de conformidade a partir da identificação de melhorias, análise de sistemas, entrega de uma matriz de risco, relatório, sugestões e de uma avaliação da política de backup e de disaster recovery, sempre sob a ótica de voltar de um ataque.
No armazenamento, por exemplo, tecnologias para detecção de ataque já estão disponíveis. O storage percebe o ransomware através de comportamento e, com isso, alertas são gerados e cópias instantâneas limpas podem ser recuperadas dentro do próprio equipamento e com alta velocidade. No caso de backup, Thiago alertou para a necessidade de garantir cópias íntegras, inacessíveis ao malware, sendo a imutabilidade a técnica mais difundida no momento para prover tal funcionalidade.
Com a presença de cerca de 25 clientes, o evento também contou com a participação do diretor da Lanlink, Alexandre Mota, do Gerente de Território Sudeste e Nordeste da Veeam, Marcos Souza, e do Channel Manager da Veeam, Andrews Werbiska. Na ocasião, Marcos Souza explicou sobre os novos desafios enfrentados pelo mercado com as transformações dos ciberataques e destacou a importância de ter um backup seguro, assim como um plano de disaster e recovery.
A Veeam é uma empresa privada de tecnologia da informação que desenvolve software para backup, recuperação de desastres e gerenciamento inteligente de dados em infraestruturas virtuais, físicas e de múltiplas nuvens. A empresa tem sedes em Baar, na Suíça; e em Columbus, Ohio, nos Estados Unidos.
Este conteúdo de divulgação foi fornecido
Por AD2M Comunicação
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