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Reino UnidoMercado Imobiliário

Alta anual dos imóveis no Reino Unido desacelera para 0,8% em setembro

O crescimento anual dos preços residenciais no Reino Unido caiu pela metade em setembro, segundo a Nationwide. O valor médio de uma moradia chegou a £274.251, alta de 0,8% em 12 meses, ante 1,6% em agosto. Na comparação mensal com ajuste sazonal, houve recuo de 0,2%. Foi o avanço anual mais lento desde dezembro do ano anterior. O mercado permanece pressionado por juros hipotecários mais altos: conforme a Moneyfacts, as taxas médias dos contratos fixos de dois e cinco anos superaram 5,9%. Regionalmente, East Anglia registrou queda anual de 0,7%, enquanto a Irlanda do Norte apresentou o maior crescimento, de 5,9%.

Alta anual dos imóveis no Reino Unido desacelera para 0,8% em setembro
Imagem disponibilizada pela fonte original.

O crescimento anual dos preços residenciais no Reino Unido caiu pela metade em setembro, segundo a Nationwide. O valor médio de uma moradia chegou a £274.251, alta de 0,8% em 12 meses, ante 1,6% em agosto. Na comparação mensal com ajuste sazonal, houve recuo de 0,2%. Foi o avanço anual mais lento desde dezembro do ano anterior. O mercado permanece pressionado por juros hipotecários mais altos: conforme a Moneyfacts, as taxas médias dos contratos fixos de dois e cinco anos superaram 5,9%. Regionalmente, East Anglia registrou queda anual de 0,7%, enquanto a Irlanda do Norte apresentou o maior crescimento, de 5,9%. A inflação britânica estava em 3,1%, acima da meta oficial de 2%.

Principais fatos e números

  • O preço médio residencial ficou em £274.251 em setembro.
  • A valorização anual desacelerou de 1,6% em agosto para 0,8% em setembro.
  • Os preços recuaram 0,2% no mês, com ajuste sazonal.
  • Hipotecas fixas de dois e cinco anos apresentaram taxas médias superiores a 5,9%.
  • East Anglia teve queda anual de 0,7% nos preços.
  • A Irlanda do Norte registrou valorização anual de 5,9%.

Por que isso importa para empresários e investidores

A desaceleração reduz o potencial de valorização de curto prazo para investidores imobiliários e pode dificultar vendas de incorporadoras, construtoras e proprietários. Ao mesmo tempo, preços mais fracos podem abrir oportunidades de negociação para compradores com capital próprio. O principal risco é o custo do crédito: investidores atribuíam 92% de probabilidade a uma alta da taxa básica, de 3,75% para 4%, em novembro, enquanto as hipotecas já superavam 5,9% em média. Essas projeções dependem das decisões do Banco da Inglaterra e da trajetória da inflação, portanto não são garantidas.