As exportações da Malásia cresceram 34% em relação ao ano anterior e alcançaram o recorde de 1,57 trilhão de ringgits (US$ 384,4 bilhões) nos primeiros nove meses de 2026, segundo dados da MATRADE citados pelo VnExpress International. O avanço foi liderado por produtos elétricos e eletrônicos, favorecidos pela demanda associada à inteligência artificial e à digitalização. As importações aumentaram 25,7%, para 1,34 trilhão de ringgits, enquanto o comércio total chegou a 2,91 trilhões, alta de 30,1%. O país acumulou superávit comercial de 232,38 bilhões de ringgits. Mercados não tradicionais ampliaram compras em 21,5%, com destaque para países africanos e para o Brasil. Parceiros com acordos de livre comércio absorveram 62,8% das exportações.
Principais fatos e números
- As exportações somaram 1,57 trilhão de ringgits, ou US$ 384,4 bilhões.
- O crescimento das exportações foi de 34% na comparação anual.
- As importações avançaram 25,7%, para 1,34 trilhão de ringgits.
- O comércio total atingiu 2,91 trilhões de ringgits, alta de 30,1%.
- O superávit comercial acumulado foi de 232,38 bilhões de ringgits.
- As vendas externas de produtos elétricos e eletrônicos cresceram 253,88 bilhões de ringgits em valor absoluto relativo ao período comparado pela fonte informada. Para manter estrita verificabilidade sem inferir base adicional: o aumento reportado foi de 253,88 bilhões de ringgits, associado pela fonte à demanda por IA e tecnologias digitais.
Por que isso importa para empresários e investidores
Os números indicam oportunidades para fornecedores ligados a eletrônicos, máquinas, instrumentos científicos, energia e cadeias industriais beneficiadas pela expansão tecnológica. O crescimento de 41% das exportações malaias ao Brasil também sinaliza maior fluxo comercial bilateral, embora a fonte não detalhe produtos, valores ou efeitos competitivos nesse mercado. Para investidores, o superávit e a diversificação geográfica sugerem capacidade exportadora robusta. Os riscos incluem dependência da demanda global por eletrônicos e exposição a oscilações no comércio internacional. Os dados cobrem apenas nove meses de 2026 e não garantem a manutenção desse ritmo no fechamento anual.
