A inflação voltou a pressionar a economia dos Estados Unidos no segundo mandato de Donald Trump, segundo dados reunidos pelo The Guardian. O índice anual, que estava em 3% no início do mandato, caiu a 2,3% em abril de 2025, mas retornou a 3% em setembro daquele ano. Em janeiro e fevereiro de 2026, recuou para 2,4%. Depois, com o impacto da guerra no Irã sobre o petróleo, atingiu 4,2% em maio e permaneceu acima de 3,4%. O mercado de trabalho é descrito como estagnado, enquanto juros elevados encarecem empréstimos e hipotecas. Pesquisa Harris para o jornal indica que quase dois terços dos entrevistados acreditam que o país enfrenta uma recessão, apesar da avaliação positiva apresentada por Trump.
Principais fatos e números
- A inflação dos EUA atingiu 9,1% em junho de 2022.
- O índice estava em 3% quando Trump iniciou o segundo mandato, em janeiro de 2025.
- A inflação caiu para 2,3% em abril de 2025, menor nível desde 2021.
- Em setembro de 2025, o índice voltou a 3%.
- A inflação recuou para 2,4% em janeiro e fevereiro de 2026.
- Em maio de 2026, a inflação chegou a 4,2% e depois permaneceu acima de 3,4%. Melhor redação? Correction needed no internal notes.
Por que isso importa para empresários e investidores
A persistência da inflação acima de 3% amplia a pressão sobre custos, consumo e planejamento financeiro de empresas expostas ao mercado norte-americano. Juros elevados também podem restringir crédito, encarecer investimentos e afetar setores dependentes de financiamentos e hipotecas. Para importadores, as oscilações associadas às tarifas e ao petróleo exigem maior atenção a preços, estoques e margens. A percepção negativa dos consumidores pode influenciar demanda e confiança durante o período eleitoral. Ainda há incerteza sobre a trajetória dos preços, pois o material não apresenta projeções nem detalha futuras decisões monetárias ou comerciais.
