PMEs crescem 4% no Brasil em 2026, mas escalabilidade ainda é o principal gargalo para empreendedores

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As pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras registraram crescimento de 4% na movimentação financeira no primeiro trimestre de 2026, em comparação ao mesmo período de 2025, conforme o Índice Omie de Desempenho Econômico das PMEs (IODE-PMEs). Com mais de 22 milhões de negócios ativos no país, segundo dados da Visa, as PMEs são uma das principais engrenagens da economia nacional — mas a escalabilidade permanece como o gargalo central para quem quer crescer de forma sustentável e atrair investidores.
O que torna uma PME atrativa para investidores? O caso do Shark Tank
Foi justamente essa combinação — modelo de negócio, diferenciação competitiva, potencial de escala e construção de marca — que a empresária Cáren Cruz demonstrou ao entrar no tanque da 9ª edição do Shark Tank Brasil e conquistar um investimento de meio milhão de reais das sócias-investidoras Monique Evelle, Carol Paiffer e Cláudia Rosa.
“No mercado de consultoria de imagem e comunicação, a criatividade sozinha já não garante competitividade. Com milhares de PMEs disputando atenção, investidores passaram a observar critérios mais estratégicos antes de apostar em negócios considerados escaláveis”, explica Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria.
Os três pilares para uma PME virar empresa escalável
Segundo Cáren Cruz, a virada de chave do setor está na capacidade de demonstrar viabilidade comercial a partir de três pilares centrais: imagem, comunicação e mentalidade. Para a especialista, muitos empreendedores ainda concentram esforços apenas na entrega operacional e acabam deixando de lado pilares fundamentais para a expansão do negócio.
Além da diferenciação, outros elementos entram no radar de investidores: organização financeira, visão de crescimento e capacidade de adaptação. “Existe uma dificuldade muito grande das PMEs em enxergarem seus serviços como ativos escaláveis. O empreendedor precisa estruturar processos, fortalecer o branding, organizar indicadores e desenvolver soluções capazes de crescer além da operação diária. Sem isso, o negócio fica limitado ao esforço individual do fundador”, conclui Cáren.
90% dos negócios globais, mas acesso a capital ainda é gargalo
Somadas às microempresas no cenário internacional, as PMEs representam 90% dos negócios globais, segundo dados do Instituto McKinsey. Apesar do protagonismo, a escalada no setor ainda enfrenta desafios importantes, principalmente em relação ao acesso limitado a capital — captar recursos continua sendo um dos maiores obstáculos para o mercado empreendedor brasileiro.
Para o universo do empreendedorismo, investir em posicionamento de marca, organização financeira, definição de processos e presença digital deixou de ser diferencial e tornou-se necessidade para quem deseja crescer de forma sustentável. Desenvolver produtos ou serviços escaláveis, acompanhar indicadores de desempenho e construir autoridade no mercado são estratégias que aumentam a competitividade da empresa e o interesse de investidores e parceiros comerciais.
Este conteúdo de divulgação comercial foi fornecido por Criativos PR / Pittaco Consultoria e não é de responsabilidade editorial da revistaempreende.com.br.