Recentes
Eleições 2026: veja os 10 candidatos que estão entre os mais pesquisados no Google neste domingo• Como votar nas eleições do Brasil: veja passo a passo para votar nas Eleições 2026• Moët Hennessy leva portfólio de bebidas de luxo à ProWine São Paulo 2026• NOAA emite vigilância para tempestade geomagnética G1 em outubro• INMET aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026• JBS abre mais de 40 vagas de estágio para 2027 em 33 unidades• Desktops mantêm vantagem sobre notebooks em postos fixos• 4º Fórum Coexistir coloca inclusão no centro do debate• JDP Med cria forma de gerir e aumentar o lucro de clínicas• Nuklio Viagens: IA transforma fotos e áudios em fotolivro• Eleições 2026: veja os 10 candidatos que estão entre os mais pesquisados no Google neste domingo• Como votar nas eleições do Brasil: veja passo a passo para votar nas Eleições 2026• Moët Hennessy leva portfólio de bebidas de luxo à ProWine São Paulo 2026• NOAA emite vigilância para tempestade geomagnética G1 em outubro• INMET aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026• JBS abre mais de 40 vagas de estágio para 2027 em 33 unidades• Desktops mantêm vantagem sobre notebooks em postos fixos• 4º Fórum Coexistir coloca inclusão no centro do debate• JDP Med cria forma de gerir e aumentar o lucro de clínicas• Nuklio Viagens: IA transforma fotos e áudios em fotolivro• Eleições 2026: veja os 10 candidatos que estão entre os mais pesquisados no Google neste domingo• Como votar nas eleições do Brasil: veja passo a passo para votar nas Eleições 2026• Moët Hennessy leva portfólio de bebidas de luxo à ProWine São Paulo 2026• NOAA emite vigilância para tempestade geomagnética G1 em outubro• INMET aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026• JBS abre mais de 40 vagas de estágio para 2027 em 33 unidades• Desktops mantêm vantagem sobre notebooks em postos fixos• 4º Fórum Coexistir coloca inclusão no centro do debate• JDP Med cria forma de gerir e aumentar o lucro de clínicas• Nuklio Viagens: IA transforma fotos e áudios em fotolivro• Eleições 2026: veja os 10 candidatos que estão entre os mais pesquisados no Google neste domingo• Como votar nas eleições do Brasil: veja passo a passo para votar nas Eleições 2026• Moët Hennessy leva portfólio de bebidas de luxo à ProWine São Paulo 2026• NOAA emite vigilância para tempestade geomagnética G1 em outubro• INMET aponta 95% de chance de El Niño muito forte no fim de 2026• JBS abre mais de 40 vagas de estágio para 2027 em 33 unidades• Desktops mantêm vantagem sobre notebooks em postos fixos• 4º Fórum Coexistir coloca inclusão no centro do debate• JDP Med cria forma de gerir e aumentar o lucro de clínicas• Nuklio Viagens: IA transforma fotos e áudios em fotolivro•
Economia

Taxa das blusinhas revogada: governo zera imposto para e-commerce estrangeiro

14/05/2026 • 16:46

person doing online shopping
Ouvir materia voz de IA no navegador

Medida favorece consumidores mas preocupa varejistas nacionais

A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) celebra a revogação da taxa das blusinhas, o imposto de 20% sobre importações de produtos até US$ 50 via plataformas internacionais de e-commerce. A decisão reflete um compromisso do governo federal com a democratização do consumo e abre novos horizontes para o comércio eletrônico transfronteiriço.

O fim da tributação marca um ponto de virada na política de importação brasileira. Conforme a Amobitec, a taxa prejudicava principalmente as classes C, D e E, reduzindo o acesso a produtos de consumo básico. Estudos indicavam que a medida era extremamente regressiva, aprofundando a desigualdade social sem gerar compensações econômicas significativas.

As empresas associadas à Amobitec — entre elas 99, Alibaba, Amazon, Buser, iFood, Flixbus, Lalamove, Shein, Uber e Z Delivery — colocam-se à disposição do Poder Legislativo para dialogar sobre futuras políticas comerciais e demonstrar os impactos da revogação.

O que era a taxa das blusinhas

Instituída como mecanismo de proteção à indústria nacional, a taxa impunha um imposto de importação de 20% sobre bens de até US$ 50 comprados em plataformas eletrônicas estrangeiras. O nome popular referia-se especificamente a artigos de vestuário, embora a medida alcançasse centenas de outros produtos para além do têxtil.

Publicidade

Quem sai ganhando com a revogação

Consumidores de baixa renda ganham maior acesso a produtos importados com preços mais competitivos. Plataformas de e-commerce global expandem suas operações no mercado brasileiro. A cadeia de logística e tecnologia, representada pela Amobitec, reforça sua posição no comércio transfronteiriço.

Preocupações do varejo local

Setores da indústria nacional alertam para riscos de desinvestimento e desemprego. O Imposto de Importação, quando implementado, havia gerado mais de 107 mil empregos no varejo apenas no primeiro ano. Agora, sem a proteção tributária, pequenos e médios varejistas temem perder competitividade frente aos produtos importados, que frequentemente apresentam subfaturamento e custo zero de importação.

Próximos passos

O governo federal sinalizou disposição em dialogar com diferentes setores afetados pela decisão. A Amobitec sugere isonomia tributária: se produtos importados têm zero de imposto, os nacionais com preço até US$ 50 também deveriam receber a mesma isenção para equilibrar a competição.

Leia também: E-commerce e plataformas digitais, Tributação e impostos.

Fonte: Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec).

Este conteúdo de divulgação comercial foi fornecido por Amobitec e não é de responsabilidade de revistaempreende.com.br