Análise da Remessa Online aponta a China como polo estratégico de fornecimento para pequenas e médias empresas brasileiras em 2026.
Em um cenário global marcado por volatilidade cambial e reconfiguração das cadeias produtivas, a China se consolida como polo de oportunidade para empresários brasileiros, especialmente no segmento de importação. A leitura é da Remessa Online, maior plataforma independente de transferências internacionais do Brasil, reafirmada por Alan Ghani, economista-chefe da fintech.
Segundo Ghani, as tensões geopolíticas, a reorganização logística global e a busca por eficiência de custos ampliaram o protagonismo da China como fornecedora estratégica para PMEs brasileiras. “A China deixou de ser apenas uma alternativa de baixo custo e passou a ser um hub essencial para abastecimento e escala. Para o empresário brasileiro, isso representa uma oportunidade concreta de ganho de competitividade, sobretudo em setores dependentes de insumos importados”, afirma.
Ásia responde por mais de 60% das importações de PMEs
Dados da Remessa Online mostram que a Ásia concentra mais de 60% das importações realizadas por PMEs brasileiras, com destaque para máquinas, equipamentos, componentes eletrônicos e insumos industriais. O número de empresas de menor porte operando no comércio exterior segue em expansão, indicando democratização do acesso ao mercado global.
“O que estamos vendo é uma mudança estrutural: empresas menores entrando no comércio exterior, demandando soluções mais ágeis, previsíveis e digitais. Quem conseguir reduzir a fricção nesse processo terá um papel central nesse novo ciclo”, explica Ghani.
Remessa Online projeta crescimento de 400% no COMEX
A Remessa Online anunciou, no fim de 2025, a ampliação de sua atuação no comércio exterior, com expectativa de crescimento superior a 400% em 2026. Entre os avanços estão a digitalização completa do fluxo de câmbio e a redução do tempo de processamento de pagamentos internacionais para poucos minutos, diferencial frente aos modelos tradicionais que operam com prazos de dias úteis.
Quem é impactado por essa mudança
O movimento beneficia diretamente PMEs dos setores industrial, varejista e de serviços que dependem de insumos importados para manter competitividade. A digitalização dos processos de câmbio reduz a necessidade de intermediários e diminui os custos de transação, tornando o comércio exterior acessível mesmo para empresas com menor estrutura financeira.
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