A Eli Lilly elevou sua projeção de receita para 2026 após registrar forte demanda no terceiro trimestre pelos medicamentos Mounjaro, para diabetes, e Zepbound, para obesidade. Segundo a CNBC, a companhia agora espera faturamento anual entre US$ 91 bilhões e US$ 92 bilhões, acima da faixa anterior de US$ 85 bilhões a US$ 87 bilhões. A previsão de lucro ajustado passou para US$ 35 a US$ 36 por ação. O Mounjaro gerou receita mundial de US$ 10,72 bilhões no trimestre, alta de 65%, superando as expectativas citadas pela reportagem. Fora dos Estados Unidos, suas vendas cresceram 93%. Em contraste, o comprimido Foundayo, lançado no mercado americano em abril, teve desempenho abaixo do projetado por Wall Street.
Principais fatos e números
- A projeção de receita para 2026 subiu para US$ 91 bilhões a US$ 92 bilhões.
- A faixa anterior de receita era de US$ 85 bilhões a US$ 87 bilhões.
- O lucro ajustado anual é estimado entre US$ 35 e US$ 36 por ação.
- A receita mundial do Mounjaro cresceu 65%, para US$ 10,72 bilhões no trimestre.
- As vendas do Mounjaro fora dos EUA avançaram 93%.
- O Foundayo teve vendas trimestrais abaixo das expectativas de Wall Street.
Por que isso importa para empresários e investidores
A revisão de receita reforça a expansão comercial da Eli Lilly em diabetes e obesidade, inclusive fora dos Estados Unidos, e amplia sua capacidade financeira para investimentos e aquisições. Para investidores, a demanda por Mounjaro e Zepbound é um fator favorável, assim como a maior cobertura americana para tratamentos contra obesidade. Os riscos incluem preços líquidos menores nos EUA, despesas associadas a negócios e a recepção abaixo do esperado do Foundayo. Os dados fornecidos não detalham a sustentabilidade do crescimento, a evolução das margens nem os resultados completos do trimestre, limitando projeções de longo prazo.
